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Hoje tem Lava Jato na Rua. A 40ª fase da Operação, a "Asfixia", já prendeu quatro operadores de propina na Petrobras



Quando a Polícia Federal (PF) sai em missão nas primeiras horas da Madrugada, os corruptos tremem. A PF deflagrou na manhã desta quinta-feira (4)  a 40ª fase da Operação Lava Jato, batizada com o nome de "Asfixia".  Agentes cumprem mandatos de prisão e busca e apreensão em ciddaes do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

A operação desta quinta tem como alvos operadores de empreiteiras que repassavam propinas a funcionários da Petrobras. Segundo a PF, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de prisão temporária. Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, dentre outros, segundo a PF.

Os agentes cumprem ainda cinco mandados de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento, e 16 de busca e apreensão ainda estão em andamento. A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida para preventiva, que é quando não há prazo determinado para deixar a prisão. Os detidos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba quando autorizados pelo juízo competente.

Ainda de acordo com a PF, a operação tem como alvo principal a investigação de empresas e seus respectivos sócios na operacionalização de um esquema de repasses ilegais de empreiteiras para funcionários da Petrobras em decorrência da obtenção de contratos a empresa. O nome da operação é uma referência a tentativa de cessar as fraudes e o desvio de recursos públicos em áreas da Petrobras destinadas a produção, distribuição e comercialização de gás combustível, de acordo com a PF.
As cidades alvo da operação são Belo Horizonte, em Minas Gerais; São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, e Duque de Caxias.

A penúltima fase da operação foi batizada de Operação Paralelo. A ação apurou a atuação de operadores no mercado financeiro em benefício de investigados no âmbito da Operação Lava Jato e prendeu Roberto Gonçalves, que é ex-gerente executivo da Petrobras e sucedeu Pedro Barusco.

O MPF divulgou uma nota em que esclarece que os esquemas criminosos na Petrobras perduraram até junho do ano passado:

"Os criminosos colaboradores relataram ainda que os pagamentos de propina prosseguiram até junho de 2016, mesmo após a deflagração da Operação Lava Jato e a saída dos empregados de seus cargos na Petrobras". O esquema criminoso montado pelo PT na Petrobras ainda deve dar muito trabalho para a Polícia Federal.
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