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Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski destruíram a Lava Jato na primeira oportunidade que tiveram



Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, praticamente destruiu o trabalho de mais de três anos da força-tarefa da Operação Lava Jato ao mandar soltar ex-ministro da Casa Civil, preso desde 3 de agosto de 2015 em Curitiba.

A evolução das investigações da força-tarefa permitiu prender um dos homens mais importantes do esquema criminoso montado pelo PT no governo federal logo que o ex-presidente Lula assumiu o poder em janeiro de 2003. O ex-ministro Antonio Palocci, que assumiu a administração da parte financeira da campanha de Lula em 2002, logo após a morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel, estava prestes a firmar um acordo histórico de delação premiada com o Ministério Público Federal.

Ao mandar soltar o ex-ministro José Dirceu, o STF deu uma nova esperança para Palocci, que cancelou imediatamente todas as suas tratativas para o acordo de delação que tinha tudo para esclarecer centenas de crimes envolvendo o ex-presidente Lula, dezenas de parlamentares e até mesmo grandes banqueiros. Palocci era o lavador oficial do dinheiro roubado que o PT recebia não apenas da Odebrecht, mas também de outras empreiteiras, empresários e banqueiros.

Com a soltura de Dirceu, Palocci passou a acreditar que os amigos de Lula no STF vão fazer algo por ele, assim como fizeram com Dirceu. Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski conseguiram tirar da Lava Jato um dos maiores trunfos obtidos pelos membros da força-tarefa nos últimos três anos de investigações. 
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