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EXCLUSIVO - Dinheiro que Lula roubou pode estar depositado em conta no Brasil. Não fosse o STF, a Lava Jato descobriria




Quem vê o ex-presidente Lula desafiando os investigadores da Lava Jato a acharem uma conta em seu nome contendo o dinheiro que roubou dos cofres públicos pode até desconfiar que o petista tenha guardado seu dinheiro em um local ultra secreto.

A convicção exibida pelo petista em praticamente todos os seus discursos não convence aqueles que conhecem bem as artimanhas dessa gente, quando o assunto é lavagem de dinheiro. Desde que chegou ao poder em 2003, Lula e o PT desviaram bilhões dos cofres públicos. Embora o partido esteja quebrado financeiramente, o ex-presidente promete que vai ser candidato e vai vencer as eleições. Qualquer criança sabe que sem muitos milhões no cofre, não é possível fazer uma campanha com chances mínimas de fazer frente numa eleição presidencial num país das dimensões do Brasil.

A pergunta que fica é: de onde Lula e o PT vão tirar tanto dinheiro, já que os financiamentos empresarias de campanhas foi proibido pelo TSE, o partido está quebrado e seus principais financiadores estão presos?

Neste mato tem coelho. Quando Lula desafia a Lava Jato que encontre alguma conta em seu nome, é perfeitamente possível deduzir que o petista tem toda segurança sobre o que está falando. Como presidente corrupto que foi, Lula teve a prerrogativa de garantir favores aos grandes bancos em troca de sigilo sobre métodos de lavagem de dinheiro oriundos dos esquemas bilionários de corrução gerenciados justamente por dois ex-ministros da fazenda petistas: Antonio Palocci e Guido Mantega.

O ex-ministro Palocci estava em estágio bastante adiantado de um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. O petista prometeu ao juiz Sérgio Moro que iria revelar detalhes, nomes e datas de pessoas com quem se envolveu em atividades criminosas e disse que daria mais um ano de trabalho ao magistrado. A cúpula do PT entrou em pânico com a promessa do ex-ministro, que dias depois, contratou um escritório de advogados especializados em acordos de delação premiada.

Em conversas com procuradores, Palocci confirmou que tinha revelações bombásticas sobre banqueiros e sobre esquemas ilícitos largamente usados pelo sistema financeiro nacional. As afirmações do petista levantam uma série de suspeitas, já que como ministro da Fazenda, Palocci negociava diretamente com empreiteiras, empresários corruptos e grandes banqueiros. Palocci também era o responsável pela gestão das contas de Lula e do PT no banco de propina da Odebrecht. Diante das declarações do ex-ministro, é grande a possibilidade de que o ex-presidente e seu partido também tenham outras contas em outras empreiteiras e até mesmo em bancos no Brasil.

Palocci tem o potencial de devastar não apenas o PT inteiro, com Lula e Dilma, mas também criar sérios problemas para o sistema financeiro brasileiro. O ex-ministro da Fazenda articulou operações de lavagem de dinheiro de dentro do Palácio do Planalto, com a chancela de um presidente da República e ele mesmo sugeriu que envolveu grandes bancos em operações criminosas.

Mas a decisão do STF de soltar o ex-ministro José Dirceu fez com que Palocci voltasse atrás em sua disposição de firmar um acordo de delação premiada na Lava Jato. Diante da possibilidade de também conseguir um habeas corpus com os colegas do PT no Supremo, o ex-ministro recuou e se fechou em copas. Graças ao STF, é possível que Palocci reavalie o que pretendia revelar em seu acordo de delação e que o Brasil jamais venha a saber a verdade sobre as contas onde Lula e o PT guardam o dinheiro que roubaram do povo.
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