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Decisão de Fachin de levar pedido de Palocci para plenário do STF deve humilhar Gilmar Mendes, Toffoli e Lewandowski



A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, de submeter ao plenário da Corte o pedido de liberdade do ex-ministro Antonio Palocci deve criar não apenas um enorme constrangimento nos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski sobre suas decisões recentes na Segunda Turma.

Ao tirar o julgamento do pedido de habeas corpus de Palocci da Segunda Turma e levar a decisão para o plenário, Fachin tira dos três o poder de libertar Palocci, como fizeram nos casos de Eike Batista, José Dirceu, José Carlos Bumlai e João Genu, o ex-tesoureiro do PP na última semana. Anos de trabalho da Lava Jato foram desperdiçados com a decisão que ainda fez com que Palocci recuasse em sua vontade de firmar um acordo de delação.

Caso o plenário decida pela manutenção da prisão preventiva de Palocci, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski serão não apenas humilhados, como suas decisões anteriores poderão ser questionadas pelo Ministério Público Federal com base em um eventual entendimento de todo o colegiado sobre os critérios da Lava Jato no tocante as prisões preventivas. Uma decisão do plenário do Supremo praticamente anula o resultado de uma decisão da Segunda Turma, formada por apenas cinco ministros.


Edson Fachn é o relator da Lava Jato no Supremo e conta com o apoio da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, sobre sua decisão de levar o HC de Palocci para o plenário, onde Gilmar Mendes, Toffoli e Lewandowski serão desautorizados e humilhados por suas decisões erráticas e mal intencionadas com a Lava Jato. 
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