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A menos que Lula seja preso ontem, acordo de delação da JBS com PGR será pacto entre bandidos para derrubar governo



A sociedade está chocada com o acordo de pai para filho firmado entre a procuradoria-geral da República e o grupo JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. A empresa familiar criada a partir de um pequeno açougue na cidade de Anápolis (GO), a JBS, donas de marcas como Friboi e Seara, se tornou a maior processadora de carnes do mundo graças aos esquemas criminosos de seus donos junto aos governos do PT de Lula e Dilma conforme admitiu o próprio Joesley nas dependências da PGR em Brasília.

Além de não passar nem um dia na prisão, o empresário conseguiu autorização para morar nos Estados Unidos, deixando pra trás um extenso rastro de crimes praticados no Brasil. Outro absurdo para o caso de alguém que admitiu que pagou 600 milhões de reais ser punido com uma multa de R$ 110 milhões parcelada em 10 anos.

A menos que Lula seja preso ontem, o acordo de delação firmado entre o Ministério Público Federal em Brasília e os criminosos da JBS deixará de ser um negócio de pai para filho ou uma ação entre amigos, Mais parecerá um pacto entre bandidos que tentaram derrubar um governo. Em depoimento na Procuradoria, Joesley confirmou U$ 150 milhões em contas de Lula e Dilma na Suíça, falou que entregava extratos com a movimentação de propina para o ex-ministro Guido Mantega, e até agora nada?

Vale lembrar que o ex-procurador da República Marcelo Miller, um dos principais braços-direitos de Rodrigo Janot no Grupo de Trabalho da Lava Jato até março deste ano, passou a atuar neste ano no escritório que negocia com a Procuradoria Geral da República os termos da leniência do grupo JBS, que acabou fechando este vergonho acordo de delação premiada na operação.

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