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A bela homenagem de Dilma a Chico Buarque. A petista escolheu nome falso de música eternizada pelo cantor



O cantor Chico Buarque deve estar emocionado com a singela homenagem da ex-presidente Dilma Rousseff, que adotou o codinome de “Iolanda” para ocultar suas atividades criminosas durante o exercício da Presidência. A música "Iolanda, do compositor Pablo Milanés, foi eternizada pela voz Chico Buarque.

Dilma usava o e-mail falso para se comunicar com os integrantes da organização criminosa que cuidava de lavar dinheiro roubado da Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Entre outras coisas, a petista usou este mesmo endereço eletrônico iolanda2606@gmail.com para comunicar o marqueteiro João Santana que ele seria preso pela Polícia Federal.

No e-mail, Dilma usou uma linguagem figurada para alertar o marqueteiro e sua mulher, Monica Mouta, sobre a ordem de prisão que havia sedo expedida contra os dois marqueteiros.

“O seu grande amigo está muito doente. Os médicos consideram que o risco é máximo, 10. O pior é que a esposa, que sempre tratou dele, agora está com câncer e com o mesmo risco. Os médicos acompanham os dois, dia e noite", diz a mensagem.

O "grande amigo" seria João Santana e a mulher seria a própria Mônica Moura.

O endereço de e-mail foi criado pela própria Mônica Moura no Palácio do Planalto, após Dilma chamá-la para uma conversa e manifestar preocupação com o avanço da Lava Jato.

"Precisamos manter contato frequente de uma forma segura para que eu lhe avise sobreo andamento da operação, estou sendo informada de tudo frequentemente pelo losé Eduardo Cardoso (então Ministro da Justiça)", teria dito "Iolanda" à marqueteira.

"Combinaram então que se houvesse alguma noticia, com relação ao avanço da operação Lava Jato, notadamente em respeito a Mônica Moura e João Santana, ela avisaria através do e-mail", diz a delação.

Relatos dos delatores indicam ainda que havia uma espécie de sinal para que o casal checasse o e-mail. Dilma enviava mensagem para o celular de Mônica Moura com frases irrelevantes, como “veja aquele filme”, “gostei do vinho indicado”.

Em maio de 2015, preocupada com o avanço da Lava Jato, Dilma encontrou com Mônica Moura no Palácio e pediu que a marqueteira criasse um segundo e-mail secreto.

"Em uma sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016, Mônica Moura foi avisada pelo meio secreto (e-mai), que já existia mandados de prisão assinados contra eles", acrescenta um trecho da delação.

Outros membros da organização criminosa também tinha acesso ao endereço eletrônico criado por Dilma nas dependências do Palácio da Alvarada em seu próprio computador.  O ministro do STF, Edson Fachin, já encaminhou os detalhes da delação do casal de marqueteiros para o juiz federal Sérgio Moro em Curitiba. Em breve, Dilma vai poder passar o dia cantando a música "Iolanda" na cela de um presídio, enquanto aguarda a vista do amigo Chico Buarque. 
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