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Sites simpáticos a esquerda começam a fritar Dilma e Lula. O BBC Brasil muda linha editorial favorável ao PT



O órgãos de imprensa que mantinham uma linha editorial claramente favorável a setores da esquerda já começaram a reavaliar suas posturas após a divulgação dos vídeos escandalosos contendo os relatos dos executivos da Odebrecht.

O levantamento dos sigilos das delações da Odebrecht caiu feito uma bomba nas redações e no colo de jornalistas defensores de Lula e Dilma. O constrangimento com os crimes chocantes praticados pelos governos petistas e revelados nas delações dos 78 executivos deixaram muitos profissionais em uma situação bastante delicada.

Esta semana, o site da BBC Brasil entrevistou a ex-presidente Dilma Roussef em Nova York já com uma abordagem mais agressiva em relação a petista. Na manchete, o site ironiza as alegações da ex-presidente: Dilma diz que acusações são 'virtuais' e que não sabia que Cunha era 'corrupto' e Temer, 'fraco'.

A própria Dilma percebeu a mudança de tom do veículo de imprensa em relação a ela e passou a responder de forma mais agressiva as perguntas que lhe foram feitas. A própria reportagem afirma que "Durante a entrevista, que alterna momentos de irritação e sorrisos, a reportagem consegue completar apenas 14 de 29 tentativas de perguntas a Dilma".

Acompanhe um trecho da entrevista abaixo:



BBC Brasil: "Ontem, a lista do..."


Dilma Rousseff: "Eu não falo sobre o que foi dito ontem, eu não sei. A hora em que eu chegar lá e ler tudo, eu te digo. Antes disso eu não falo, não."


BBC Brasil: "O nome da senhora apareceu na lista do STF, ao lado de FHC..."


Dilma Rousseff: "Querido, você está absolutamente equivocado. Meu nome, nem o do FHC, nem o do Lula apareceu ontem na lista porque nós não temos foro privilegiado."


BBC Brasil: "Eu ia completar a minha pergunta...", responde a reportagem.


Dilma Rousseff: "Mas não apareceu ainda", replica Dilma, criticando que classifica como "assassinato de reputações" promovido pela imprensa antes de julgamentos na Justiça"

Sobre as acusações que pesam contra ela, de ter gerenciado um esquema de propinas que irrigou sua campanha eleitoral de 2014 através de seu interlocutor com a Odebrecht, o ex-ministro Guido Mantega, Dilma tenta traçar uma linha de defesa prévia:

"Em que pese que há pessoas avaliando que receber dinheiro em contas secretas, na Suíça, não é tão grave, quero dizer o seguinte: nunca recebi contas no exterior, não tem um único delator que possa dizer que me deu qualquer quantia, de que forma seja. Não recebi por meio de parente, por meio de terceiras pessoas. A acusação contra mim sempre vai ser: 'Ah, ela sabia'. Por que sabia? 'Por que tinha que saber'."

Dilma sabe que quem recebeu dinheiro de propina em contas na Suíça foram os responsáveis por sua campanha, o casal de publicitários João Santana e Monica Moura. Dilma sabe que quem pagou a propina no exterior foi a Odebrecht. A petista tenta se isolar de todos os personagens, sugerindo que tudo que fizeram em seu benefício foi feito sem o seu conhecimento. 


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