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Renato Duque deve confirmar a Sérgio Moro mais uma fonte de propina na campanha de Dilma. U$ 4.5 milhões da Sete Brasil



A ex-presidente Dilma Rousseff deve se tornar alvo de uma nova denúncia envolvendo o uso de dinheiro desviado dos cofres públicos para abastecer suas campanhas. Quem deve revelar a novidade é o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, o operador oficial dos desvios na Petrobras para o PT. Duque protocolou nesta quinta (27) um pedido ao juiz Sergio Moro para prestar um novo depoimento sobre seu papel no esquema de corrupção do PT na Petrobras.

O ex-diretor da estatal deixou claro no documento que sua intenção agora é a de colaborar com as investigações em curso na Operação Lava Jato. Nas palavras de pessoa próxima ao ex-diretor, ele vai "abrir a caixa de ferramentas" e, com elas, "a porta do inferno", contando "tudo o que sabe" do esquema de corrupção na Petrobras. O Antagonista informou que Renato Duque contará ao juiz Sérgio Moro que o esquema montado pelo PT na Sete Brasil abasteceu a campanha de Dilma Rousseff em 2010. Foram repassados ao PT cerca de US$ 4,5 milhões, basicamente para pagar os marqueteiros João Santana e Mônica Moura.

A delação de Renato Duque  tem o potencial de consolidar uma série de informações já colhidas no curso das investigações e amara as pontas soltas  que podem atar os ex-presidentes Lula e Dilma ainda mais no esquema criminoso na estatal e na Lava Jato.

Renato Duque e o ex-ministro Antonio Palocci decidiram quase que simultaneamente abrir a caixa podre dos segredos do PT. Além dos objetivos comuns, que incluiu um acordo de redução de pena com a Justiça, os dois contam com os serviços do mesmo advogado, Adriano Bretas, especialista em acordos de delação

Segundo o jornal "Valor Econômico", Palocci deve falar que recebeu propina, junto com Lula, num contrato da Sete Brasil com a Petrobras. Duque confirmaria a história.

O site O Antagonista informou que o juiz Sérgio Moro já aceitou o pedido de Renato Duque para ser reinquirido sobre questões envolvendo esquema de propina na Sete Brasil. O depoimento bomba do ex-operador do PT na Petrobras está previsto para o dia 05 de maio, cinco dias antes do interrogatório de Lula.
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