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Renato Duque deve confirmar a Sérgio Moro mais uma fonte de propina na campanha de Dilma. U$ 4.5 milhões da Sete Brasil



A ex-presidente Dilma Rousseff deve se tornar alvo de uma nova denúncia envolvendo o uso de dinheiro desviado dos cofres públicos para abastecer suas campanhas. Quem deve revelar a novidade é o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, o operador oficial dos desvios na Petrobras para o PT. Duque já protocolou um pedido ao juiz Sergio Moro para prestar um novo depoimento sobre seu papel no esquema de corrupção do PT na Petrobras. Seu acordo de delação deve finalmente deslanchar após a saída do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em setembro.

O ex-diretor da estatal deixou claro no documento que sua intenção agora é a de colaborar com as investigações em curso na Operação Lava Jato. Nas palavras de pessoa próxima ao ex-diretor, ele vai "abrir a caixa de ferramentas" e, com elas, "a porta do inferno", contando "tudo o que sabe" do esquema de corrupção na Petrobras. O Antagonista informou que Renato Duque contará ao juiz Sérgio Moro que o esquema montado pelo PT na Sete Brasil abasteceu a campanha de Dilma Rousseff em 2010. Foram repassados ao PT cerca de US$ 4,5 milhões, basicamente para pagar os marqueteiros João Santana e Mônica Moura.

A delação de Renato Duque  tem o potencial de consolidar uma série de informações já colhidas no curso das investigações e amara as pontas soltas  que podem atar os ex-presidentes Lula e Dilma ainda mais no esquema criminoso na estatal e na Lava Jato.

Renato Duque e o ex-ministro Antonio Palocci decidiram quase que simultaneamente abrir a caixa podre dos segredos do PT. Além dos objetivos comuns, que incluiu um acordo de redução de pena com a Justiça, os dois contam com os serviços do mesmo advogado, Adriano Bretas, especialista em acordos de delação

Segundo o jornal "Valor Econômico", Palocci deve falar que recebeu propina, junto com Lula, num contrato da Sete Brasil com a Petrobras. Duque confirmaria a história.

O juiz Sérgio Moro já aceitou o pedido de Renato Duque para ser reinquirido sobre questões envolvendo esquema de propina na Sete Brasil. O depoimento bomba do ex-operador do PT na Petrobras foi apenas uma prévia do que será seu acordo de delação, que deve ser conduzido na PGR já sob a tutela de Raquel Dodge.

No dia 03 de dezembro, o juiz federal Sérgio Moro aceitou o aditamento de denúncia contra Renato Duque e o lobista Guilherme Esteves, proposto pelo Ministério Público Federal, com base em novas provas obtidas por meio de cooperação internacional com Lichtenstein.  Documentos enviados pelas autoridades do paraíso fiscal revelam a titularidade de Esteves de uma offshore que foi utilizada para fazer pagamentos de US$ 4,4 milhões ao ex-agente público.
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