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PT queria 100 mil militantes em Curitiba no dia do depoimento de Lula a Moro. Delação da Odebrecht pode inibir ato



O ex-presidente Lula e o PT não contavam com mais esta. Há cerca de 60 dias, o partido estava acionando movimentos sociais e sindicais para promover um ato monstro no dia do interrogatório do ex-presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro em Curitiba, previsto para o dia 03 de maio.

MTST, CUT, UNE e MST, em ação coordenada pelo PT e a Frente Brasil Popular, providenciavam o aluguel de ônibus tanto em São Paulo quanto no Paraná. O diretório do PT naquele estado já estava a ponto de enviar emissários para as periferias e bairros pobres da região metropolitana de Curitiba para "contratar" militantes por diárias de até R$ 300.

Mas ao que tudo indica, parte do esforço foi por água abaixo com o levantamento do sigilo das delações dos executivos da Odebrecht. Nos vídeos liberados pelo STF e divulgados pela imprensa, Lula é delatado, ridicularizado e tem expostos dezenas de crimes em mais de 900 horas de depoimentos.

A avaliação no PT e nos movimentos ligados a Frente Brasil Popular avaliaram que o impacto do material caiu como um balde de água fria nas pretensões do grupo de realizar um ato monstro em tão pouco tempo. A expectativa caiu de 100 mil para 60, 40 e há quem diga que se conseguirem levar 5 mil "manifestantes" para a porta da Justiça Federal em Curitiba no dia 03 de maio, já estará de "bom tamanho". 
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