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O medo de Lula tem nome e sobrenome: Léo Pinheiro vai depor antes dele a Sérgio Moro e já confirmou o triplex propina



O ex-presidente Lula está duplamente receoso com seu interrogatório marcado para o próximo dia 3 de maio pelo juiz Sérgio Moro. Na ocasião, Lula será confrontado cara a cara pelo homem que vem ofendendo nos palanques e nas redes sociais há mais de dois anos.

Mas o receio de Lula não se limita ao fato de, na condição de réu, ter que responder a perguntas bastante comprometedoras. O petista está apavorado diante da perspectiva de depor justamente após o depoimento seu ex-amigo e financiador pessoal, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que se encontra preso em Curitiba.

O executivo será interrogado no dia 20 de abril, mas já confirmou em sua proposta de delação premiada que a cobertura tríplex atribuído ao ex-presidente Lula na praia do Guarujá, em São Paulo, foi, na verdade, um repasse de propina da empreiteira ao petista, em contrapartida por contratos obtidos pela OAS com a Petrobras, num esquema bastante parecido com o descrito pelo empresário Marcelo Odebrecht.

A revista VEJA (aqui)  publicou alguns dos principais pontos das confissões do empreiteiro, que negocia pela segunda vez um acordo de colaboração com os membros do Ministério Público Federal. Em sua tentativa anterior, sua proposta de acordo foi rejeitada, pois citava o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

Desde então, Pinheiro entrou em desespero diante da expectativa de passar o resto da vida na prisão. Em sua primeira tentativa de firmar uma cordo com  a Lava Jato, o executivo havia poupado o ex-presidente Lula, de quem era amigo e chegou a pagar "mesadas" ao petista antes dele chegar à Presidência.

Em sua nova proposta de acordo, Léo Pinheiro confirma que, em 2010, passou a ter conhecimento sobre o interesse de Lula e de D. Marisa no imóvel do litoral Paulista. A mensagem sobre o desejo de Lula pelo imóvel, segundo ele, lhe foi repassada pelo ex-tesoureiro do PT,  João Vaccari Neto, também preso na Lava Jato.

Léo Pinheiro confirma que  Vaccari pediu lhe pediu que reservasse uma cobertura tríplex do prédio para o ex-presidente. Segundo a publicação "Não houve discussão sobre preços, prazos ou condições de financiamento, por uma razão elementar: não existiu pagamento — ao menos não da maneira convencional"

 “Ficou acertado com Vaccari que esse apartamento seria abatido dos créditos que o PT tinha a receber por conta de propinas em obras da OAS na Petrobras”, contou Pinheiro, que expõe de forma incontestável todo o cinismo de Lula em relação ao caso do Triplex.

A delação de Léo Pinheiro confirma todas as acusações formuladas pelo Ministério Público Federal. Em uma busca autorizada pela Justiça, os investigadores da Lava Jato apreenderam na casa do ex-presidente a tal “proposta de adesão”. Um dos campos estava totalmente rabiscado e o número da unidade adquirida havia sido alterado, passou de “174 para 141”. Ou seja: deixava de ser o tríplex e passava a ser uma unidade convencional. O juiz Sergio Moro requisitou uma perícia e a conclusão do laudo derruba a versão de Lula. A perícia comprovou que o contrato do tríplex foi rasurado.

Lula ainda tinha esperança de se "safar" ao menos neste inquérito, já que diante dos outros quatro que pesam contra ele, as acusações são bem mais graves. Durante sua cruzada para tentar desqualificar o trabalho realizado pelo Ministério Público Federal, o petista ironizou várias vezes as acusações, afirmando que ao final do processo, Teriam que lhe dar um triplex. Parece que o jogo virou, não é mesmo?
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