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O erro não perdoa, diz General sobre os que votaram em Lula. "Estamos sendo punidos como sociedade por termos errado como cidadãos"



Democrata convicto que não costuma  demonstrar qualquer entusiasmo com a volta dos militares ao poder, o General Paulo Chagas tem sido um dos maus coerentes e corajosos críticos dos governos petistas ao longo dos últimos. Democrata convicto,  demonstrar qualquer entusiasmo com a volta dos militares ao poder, o

Chagas é um dos poucos militares que participa dos debates políticos da atualidade e questiona, sempre de forma coerente, os argumentos e narrativas lançadas na imprensa por ativista de esquerda. Como servidor do TTC lotado no Departamento-Geral do Pessoal do Exército, o general da reserva questionou diretamente o então Ministro da Defesa do governo Dilma, Jaques Wagner, sobre a substituição de um militar por um terrorista em uma escola do estado da Bahia.

Obviamente, sua disposição de questionar as arbitrariedades dos governos petista acabou lhe custou o cargo. Sem recuar de suas posições, Chagas respondeu em nota:  "Não tenho nada de especial a pensar sobre a atitude ou a pessoa do Sr Jaques Wagner, já que, para mim, como já expressei em outro texto, ele é apenas um petista, com toda a insignificância que o título encerra. Trata-se meramente de um político em função de ministro, cujo trânsito nos poderes executivo e legislativo deve ser explorado, com prudência,  pelos Comandantes para incrementar o poder dissuasório das Forças Armadas. Ressalto a prudência baseado no que a mídia nos tem mostrado a respeito da operação “Lava-Jato” e da participação do seu partido nas negociatas do chamado “PTrolão”.


No vídeo abaixo, o General faz uma reflexão sobre a queda do PT do poder e sobre os desafios que a sociedade tem pela frente.

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