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No dia de depor ao juiz Moro, Lula não levará provas de sua inocência. Levará militantes e capangas para intimidar autoridades



O ex-presidente Lula deverá ser interrogado no dia 03 de maio pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância. Lula deverá responder a questões relativas a ação penal em que figura como réu, no processo que envolve o transporte de objetos do ex-presidente e um triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo.

Mas no lugar de levar provas, documentos e outros elementos para comprovar sua inocência, o ex-presidente Lula deve levar um exército de militantes truculentos para a porta da sede da Justiça Federal do Paraná, em Curitiba.

Parlamentares do PT também estão convocando, às escondidas, parlamentares de outros partidos de esquerda para comparecer ao local na data do depoimento de Lula. Os aliados do petista planejam se juntar à massa de militantes, que promete se aglomerar do lado de fora da Sede da Justiça Federal em Curitiba, para transformar a audiência num ato político monstro.

O PT também se mobiliza através de um grupo no Whatsapp, batizado com o nome de Tamoios, composto por cerca de 40 lideranças do partido e é liderado pelo presidente nacional da Legenda, Rui Falcão. Caberá a estas lideranças convocar suas bases de militantes para engrossar o caldo do ato programado para o dia do depoimento de Lula.

Além do Tamoios, o PT também já criou outros três grupos no Whatsapp para discutir os aspectos jurídicos do episódio. Entre eles está  “Brigada Jurídica”, com 190 integrantes.

Há também o “Lula Lava Jato”, com cerca de 90 membros; e o “Prerrogativas”, coordenador por Bandeira de Melo e composto por 43 pessoas.
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