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Não adiantou nada Lula e Dilma desligar as câmeras do Planalto. Lava Jato gravou delações em vídeo para o Brasil



A corrupção corria tão frouxo durante os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma que eles decidiram retirar todas as câmeras de vigilância do Palácio do Planalto. Os dispositivos foram retirados durante o governo Lula e jamais foram colocados no lugar por sua sucessora, Dilma Rousseff.

Foi exatamente por este motivo que o Palácio do Planalto não conseguia atender aos pedidos da Justiça para ter acesso a imagens, no âmbito de investigações contra corrupção, porque não havia qualquer câmera nos últimos anos. As revelações foram feitas pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen.

Lula e Dilma não queriam que fossem registrados os inúmeros encontros que tiveram com os empreiteiros corruptos e outros bandidos com os quais negociavam propinas. Os dois queriam mais privacidade para roubar o dinheiro do povo na casa do povo.

Mas o juiz Sérgio Moro e o Ministério Público Federal deu um jeito de contornar este pequeno detalhe e deram um jeito de reconstituir as conversas mantidas entre Lula, Dilma, Palocci, Guido Mantega, Paulo Bernardo e outros ex-ministros petistas. Bastou gravas em vídeo os depoimentos dos 78 ex-executivos da Odebrecht, como Emílio e Marcelo Odebrecht e Alexandrino Alencar.

O ex-ministro Guido Mantega também mandou retirar as câmeras de seu escritório no Banco do Brasil em São Paulo, onde costumava se reunir com o empresário Marcelo Odebrecht. De nada adiantou. O executivo também confirmou os encontros e reconstituiu alguns detalhes sórdidos sobre os pedidos de propina em troca de contratos superfaturados.

A Lava Jato gravou tudo e mostrou para o Brasil como eram feitas as coisas nos governos do PT.  
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