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Militante da esquerda assumido, Papa Francisco julgou melhor não vir ao Brasil neste momento conturbado para seus colegas do PT



O frei e teólogo petista Leonardo Boff bem que tentou justificar a evasiva do Papa Francisco sobre a possibilidade de vir ao Brasil nos próximos meses. Em artigo publicado em sites de aluguel do PT, Boff afirma que  “O papa não tinha nenhuma razão para vir ao Brasil, apoiar um golpista. Ele é muito coerente com a opção que tem pelos pobres, pelos que sofrem violência e são marginalizados. Por causa disso ele não quis visitar a Argentina de (Mauricio) Macri. Por essa mesma razão ele não quis visitar o Brasil sob Temer.”

Mas a versão que corre nos bastidores do Vaticano é bem diferente da defendida pelo frei petista. Militante da esquerda latino-americana assumido, o Papa Francisco estaria bastante envergonhado com as revelações sobre os governos corruptos de esquerda no Brasil e na Argentina, além do colapso econômico e democrático da Venezuela de Maduro. A piada que corre em Roma é que "O Papa perdeu a língua".

Há quem diga inclusive que Francisco temia ser vaiado em uma eventual visita ao Brasil, caso cometesse algum deslize esquerdista num momento em que o país exalta o combate à corrupção e repudia os governos do PT de Lula e Dilma, com quem Francisco sempre demonstrou exagerada simpatia. Defender Lula num momento em que o petista é desmascarado pelas delações da Odebrecht poderia ser algo fatal para o pontífice.

Apesar do receio, o Papa ainda tentou agradar setores da esquerda na carta enviada ao presidente Michel Temer, na qual justificava o motivo de sua recusa em participar das celebrações dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida comemorados em 2017.

“Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-­econômicas,e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver
algo tão complexo”, escreveu o Pontífice.

“Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes
se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e
dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera
meramente financeira”, acrescentou Francisco num claro discurso desbotado da esquerda.

Em seu último aniversário, o Papa Francisco convidou quatro moradores de rua do Vaticano para tomar um café da manhã com ele em uma refeição simples, devidamente coberta pela imprensa internacional. Mas algo muito estranho naquela cena passou despercebido para a maioria das pessoas: o Vaticano é a menor nação do mundo. Some-se a isto o fato do Vaticano ser a maior imobiliária do mundo e aparece como proprietário de milhões de imóveis ao redor do planeta, como prédios, fazendas e terrenos valiosíssimos. Onde o Papa Francisco encontrou quatro sem-tetos que moram na cidade do Vaticano? O fato é que esquerda sempre exagera quando o assunto é explorar a pobreza para se promover.
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