\imprensa Viva
.

Lula enganou o mundo, destacou jornal americano Wall Street Journal. Petista foi descrito como uma fraude política



Quando o Lula jornal americano Wall Street Journal publicou uma matéria com o título "Lula enganou o mundo" em agosto de 2016, o mundo ainda não sabia da missa a metade sobre os crimes cometidos pelo petista ao longo de 13 anos de governos do PT.

A publicação destacou na época que "Se a fraude política para levar uma nação para a ruína fosse crime, Lula e Dilma já teriam sido condenados".

Quando escreveu o artigo, a editora do WSJ Mary Anastasia O'Grady ainda não tinha conhecimento sobre os relatos escabrosos feitos pelos executivos da Odebrecht sobre as peripécias de Lula e Dilma no governo do Brasil. A bem intencionada jornalista, que queria alertar o mundo sobre o verdadeiro caráter de Lula, nem imaginava o impacto que o teor das revelações feitas pelo ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, causaria nos brasileiros.

O empresário confirmou em depoimento esta semana ao juiz federal Sérgio Moro, que o petista e seu partido tinham uma contra de propina na empreiteira com um saldo de R$ 15 milhões, de onde foram abatidos um apertamento triplex no Guarujá, reformas em um sítio em Atibaia e o transporte e armazenagem de objetos trazidos de Brasília para São Paulo, quando o petista deixou a presidência em janeiro de 2011.

Mas a editora do WSJ já chamava a atenção para os Jogos Olimpícos do Rio de Janeiro de 2016, e destacou as construções de má qualidade, como se já soubesse que todas elas originaram propinas milionárias os parceiros de Lula e Dilma, como Sérgio Cabral, Eike Batista, a Odebrecht e outras empreiteiras amigas do PT.

"O mundo parece atordoado, mas não deveria estar. O Rio é um microcosmo do Brasil de Lula, onde a burocracia dirige de cima para baixo e os seres humanos são olhados depois. A única coisa que falta na analogia com o Rio é a corrupção que floresceu no âmbito federal durante 14 anos de governo do PT", diz a editora. "Os políticos do Brasil aspiram a grandeza de primeiro mundo, mas insistem em preservar as instituições do terceiro mundo. Não é porque eles não entendem a eficácia das instituições independentes e freios e contrapesos. É justamente porque eles entendem isso".

A editora lembra que com Lula e Dilma, a disciplina com as contas públicas herdadas do governo anterior foi se corroendo. "A Caixa Econômica Federal e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) expandiram rapidamente o crédito, o que foi inflacionário e arriscado, mas banco central ignorou o problema. Por fim, a matéria do WSJ conclui que "Se a fraude política para levar uma nação para a ruína fosse crime, ambos já teriam sido condenados".
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget