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Lula deve ser condenado por Moro no dia 8 de maio, dizem analistas. Nem o STF pode impedir sua prisão



Analistas e juristas começam a fazer suas apostas quanto ao futuro do ex-presidente Lula. Neste momento, muitos apostam que o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância, condenará o petista já no dia 8 de maio cinco dias após a última audiência da ação penal de Lula que envolve um triplex em Guarujá e outros ilícitos.

O ex-presidente será interrogado no dia 03 de maio e deverá prestas explicações sobre o triplex no litoral de São Paulo, sobre o transporte e armazenamento dos objetos que retirou dos Palácios do Planalto e Alvorada quando deixou a Presidência em 2011 e ainda sobre os objetos de ouro que escondeu em um cofre do Banco do Brasil, em São Paulo.

A denúncia formulada pelo Ministério Público Federal (MPF), foi aceita em setembro do ano passado pelo juiz Sérgio Moro e envolve contrapartidas em pelo menos três contratos da OAS com a Petrobras. De acordo com a acusação, Lula foi o beneficiário direto em cerca de R$ 3,7 milhões em propinas pagos de forma dissimulada, através de vantagens. Para os procuradores do MPF, a propina se deu por meio da reserva e reforma do apartamento triplex, em Guarujá, e do custeio do armazenamento de seus bens. O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que se encontra peso em Curitiba, já confirmou aos procuradores que tudo foi mesmo propina ao petista.

O empresário será interrogado no dia 20 de abril, na sede da Justiça Federal do Paraná, em Curitiba, pelo juiz Moro, quando deverá confirmar os trechos que constam em sua tentativa de retomada de um acordo de delação premiada. Para conseguir os benefícios de redução de pena junto à Justiça, os candidatos a delatores precisam apresentar provas robustas sobre seus relatos. Fontes da Lava Jato asseguram que Léo Pinheiro foi bem além e revelou detalhes íntimos dos acordos entre ele, Lula e o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que também está preso em Curitiba.

Lula deve ser interrogado em 3 de maio, às 14h, na sede da Justiça Federal do Paraná, em Curitiba e será o último réu a ser ouvido na ação penal.

Lula também está na mira do  juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal,  responsável por transformar o ex-presidente em réu pela terceira vez, sob acusação de ter beneficiado a Odebrecht com empréstimos do BNDES em troca da contratação da empresa de um sobrinho.

No “mercado” de direito criminal, a aposta é que Vallisney de Souza Oliveira vai condenar Lula primeiro. Mas a vara de Vallisney de Souza Oliveira ainda não é de todo digitalizada. O que faz com que Sérgio Moro corra por fora, e condene Lula passadas as alegações finais da defesa do ex-presidente, a serem feitas cinco dias depois da audiência de Lula, em Curitiba, a 3 de maio.

Segundo juristas, a prisão de Lula seria inevitável até mesmo pelo Supremo Tribunal Federal, após duas condenações consecutivas ainda em 2017.

Além de todos estes fatos, pesam contra Lula ainda as pesadas denúncias feitas pelos executivos da Odebrecht e pelo marqueteiro João Santana, que teve sua delação premiada homologada neste início de semana pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo. 
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