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Linguagem de bandido de petistas é comum nas redes sociais. Quem são eles? Em que acreditam?



Os debates políticos nas redes sociais se acirraram desde as primeiras mega manifestações populares de junho de 2013, quando milhões de brasileiros tomaram as ruas do país para protestar contra a escalada na corrupção dos governos petistas.

A insatisfação popular alcançou o auge após o estelionato eleitoral da ex-presidente Dilma Rousseff e as revelações devastadoras das investigações da Operação Lava Jato, que comprovaram que a petista, além de mentir como se o mundo fosse acabar no dia seguinte, se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras.

Desde então, pessoas que não costumavam debater política nas redes sociais passaram a se digladiar com os militantes profissionais da esquerda. Gente remunerada e familiarizada com o underground dos esquemas de lavagem de dinheiro que marcaram o crescimento dos partidos de esquerda brasileiros, como o PT.

Os ativistas de esquerda que defendem Lula, José Dirceu, Marcelo Odebrecht e outros bandidos são facilmente identificáveis por sua linguagem chula e pela falta de argumentos coerentes. Por razões óbvias, uma coisa puxa a outra, e na medida em que não conseguem justificar a pouca vergonha de seus líderes, apelam para xingamentos, ironias e até mesmo ameaças.

O problema é que, apesar de profissionais nas redes sociais, os petistas são incapazes de estabelecer qualquer diálogo de forma amistosa. Pessoas razoáveis não conseguem compreender como alguém pode ser tão obtuso a ponto de ignorar fatos tão claros como a decadência moral da esquerda brasileira e de seus líderes, diante de tantos fatos.

O que muitos ignoram é que os defensores de Lula, Dilma e companhia não são pessoas normais em nenhum aspecto. Muitas são desequilibradas emocionalmente e duramente afetadas pelo declínio de suas ideologias. Outras são pessoas frustradas que alimentavam o desejo estúpido de vingança contra as elites prometido por Lula. Uma outra parte destes grupos é constituída por órfãos das mamatas da era petista, como jornalistas de aluguel, blogueiros e publicitários que recebiam verbas de publicidade dos cofres públicos.

Há ainda os militantes profissionais remunerados, conhecidos como MAVs, a famigerada Militância em Ambientes Virtuais financiada pelo PT com dinheiro desviado dos cofres públicos. De modo geral, todas estas pessoas que ainda defendem o ex-presidente Lula e o PT nas redes sociais são desonestas, desequilibradas, frustradas e infelizes. 
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