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Ídolos da esquerda também querem um lugar ao sol depois que Lula for preso. Começou a debandada dos "intelectuais"



A esquerda começa a experimentar o seu maior revés dos últimos anos após o levantamento do sigilo das delações dos 78 executivos do Grupo Odebrecht. O teor das delações é tão grave e chocante, que a atmosfera para os ativistas da esquerda brasileira tornou-se insuportável nos últimos dias. A debandada de defensores históricos do PT de Lula e Dilma já começou.

O movimento foi antecipado por um dos maiores ídolos da esquerda nacional há poucos dias. O historiador Leandro Karnal foi duramente criticado por seus seguidores após postar uma foto ao lado do juiz Sérgio Moro. A ousadia custou caro ao ativista de esquerda, que correu para sua página no Facebook para deletar a foto do jantar que teve em Curitiba com o juiz responsável pela Lava Jato.

Esta semana foi a vez do jornalista Paulo Henrique Amorim, um dos defensores mais atuantes do ex-presidente Lula, de Dilma e do PT e um dos críticos mais ácidos do juiz Sérgio Moro e da Lava Jato.  Em vídeo publicado em seu site "Conversa Afiada", o jornalista reconhece que a delação da Odebrecht sepultou definitivamente o ex-presidente Lula. Amorim diz preferir acreditar nos relatos dos executivos da Odebrecht do que tentar nutrir alguma esperança de que Lula, Dilma e o PT sejam inocentes.

Tanto Leandro Karnal quanto Paulo Henrique Amorim sofreram represálias por suas novas posturas, mas nem tanto quanto era esperado. A maior parte dos simpatizantes do PT de Lula e Dilma também está bastante envergonhada com toda a sujeira que foi revelada nos vídeos dos delatores da Odebrecht. Muitos não querem mostrar a cara nem para criticar os ratos que começam a abandonar o navio do lulopetismo antes do naufrágio total. 
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