Homenagem do Exército a Sérgio Moro significa um recado para Lula e para as esquerdas: não vai ter bagunça no Brasil



Setores da esquerda ficaram aturdidos com a homenagem do Exército ao juiz federal Sérgio Moro, nesta quarta-feira e entenderam a mensagem do comandante da instituição, Eduardo Villas Bôas, como um recado direto aos agitadores de plantão. O general afirmou que o país passa por "incontáveis escândalos de corrupção" e "aguda crise moral", numa clara referência aos escândalos que apontaram Lula como o chefe de uma organização criminosa.

Na ocasião, o comandante do Exército aproveitou a cerimônia em que o juiz Sérgio Moro foi condecorado com a Ordem do Mérito Militar, para manifestar sua insatisfação com o legado dos governos do PT e criticou a sobreposição de "lutas por interesses pessoais e corporativos" ao interesse nacional.

— Esse momento tão grave não pode servir a disputas paralisantes. Em seguida, Eduardo Villas Bôas lembrou que "não há atalhos fora da Constituição", numa clara referência a tentativas da esquerda de desestabilizar o governo. O recado também é um reforço dos militares e de sua disposição de assegurar a manutenção do Estado de Direito. Se Moro mandar prender Lula, Lula vai ser preso e badernas não serão toleradas. Na semana passada, Lula foi condenado em 2ª instância pelos desembargadores do TRF-4 por 3 votos a 0. Com isso, Lula poderá recorrer apenas com um recurso simples, que deve ser analisado em no máximo 60 dias. Após isso, tanto Moro quanto o TRF-4 podem decretar sua prisão.

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