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Explicado o desespero da amigona de Dilma. Kátia Abreu também recebeu R$ 500 mil em propina da Odebrecth



A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) foi uma das mais atuantes defensoras da ex-presidente Dilma Rousseff na época do processo de impeachment da petista. A amiga para todas as horas, que teve a ex-presidente como sua madrinha de casamento, se revelou uma das mais fiéis escuderias de Dilma, mesmo diante do risco de ser expulsa de seu partido.

Mas a fidelidade canina de Kátia Abreu começa a ser explicada. A senadora será investigada por receber, via caixa dois, R$ 500 mil da Odebrecth para a sua campanha eleitoral em 2014. O documento que autoriza a abertura do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) fcontra a senadora oi divulgado pelo jornal “O Estado de S.Paulo”.

Segundo a delação da Odebrecht, coube ao próprio marido da senadora, Moisés Pinto Gomes, receber o dinheiro roubado do contribuinte em dois encontros no Hotel Meliá Jardim Europa, em São Paulo, em setembro e outubro de 2014.

A ex-presidente Dilma Rousseff, que também aparece na lista de pedidos de inquéritos do ministro Edson Fachin, é suspeita de ter pedido propina para a amigona de todas as horas. Está explicado o pavor que Kátia Abreu tinha sobre a queda de Dilma do poder. Os podres das duas começam a aparecer.

No Tocantins, estado pelo qual se elegeu a senadora Kátia Abreu,  comenta-se que seu casamento milionário também foi pago com propinas da Odebrecht providenciadas por Dilma. Fingindo-se surpresa com o pedido de inquérito no STF, a senadora não conseguiu se explicar: "Não tenho, neste momento, elementos suficientes que me permitam rebater as supostas acusações feitas contra mim"
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