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Edosn Fachin dá um tapa na cara de Lula, Dilma, dos jornalistas e artistas de esquerda



O ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), resolveu acabar de vez com a narrativa explorada pelos ex-presidentes Lula, Dilma e demais representantes da esquerda brasileira, na qual tentam desqualificar o trabalho das autoridades, acusando-as de promover vazamentos seletivos.

 O sonho de consumo do petista sempre foi o manter secretos todos os inquéritos que pesam contra ele na Justiça, de modo a preservar a imagem que construiu ao longo de mais de 40 anos de vida pública. Lula e o PT investiram milhões do dinheiro roubado do povo para construir uma imagem de homem humilde, defensor da classe trabalhadora e dos mais humildes. Detalhes sobre seus esquemas milionários de corrupção e as vantagens ilícitas que recebeu de empresários bilionários não é algo que o petista gosta de ver estampando as manchetes dos jornais todos os dias.

Segundo o petista, o juiz Sérgio Moro e o Ministério Público Federal organizaram um complô com a imprensa para destruir sua imagem. Esta narrativa que tenta desqualificar a Justiça brasileira colocando o petista no papel de vítima de um plano ardiloso concebido para destruir a sua imagem tem sido replicada em blogs da esgotosfera controlados pelo PT, por jornalistas de aluguel e por artistas ativistas da esquerda, como Wagner Moura, Chico Buarque, Fernanda Montenegro e outros órfãos da Lei Rouanet da era petista.

O fato é que praticamente todos os investigados na Lava Jato, incluindo nomes de peso do PMDB, PSDB, DEM, PP e PT, já tiveram informações divulgadas nos autos dos processos. O juiz Sérgio Moro já demonstrou que não age de forma seletiva sobre os envolvidos em atividades criminosas e torna públicas todas as audiências no âmbito da Lava Jato.

Cansado das alegações daquele que se tornou réu em cinco ações penais nos últimos meses, que é agora alvo de mais seis inquéritos e aparece na delação da Odebrecht como o chefe da organização criminosa que sangrou os cofres públicos ao longo de uma década e meia, Fachin resolveu dar um basta nas queixas recentes do petista sobre os tais "vazamentos seletivos".

Ciente de que a orquestração de Lula e de seus aliados para tentar manipular a opinião pública tem como propósito criar um clima de comoção com sua eventual prisão, o ministro Edosn Fachin decidiu levantar o sigilo sobre a abertura de inquéritos determinadas por ele contra os envolvidos nos crimes relatados pelos 78 executivos da empreiteira Odebrecht.

Na divulgação de todos inquéritos abertos contra os envolvidos em crimes de corrupção, o ministro do Supremo resolveu  escancarar a real motivação das autoridades em conferir transparência a todas as investigações envolvendo desvios dos cofres públicos:

"Com relação ao pleito de levantamento do sigilo dos autos, anoto que, como regra geral, a Constituição Federal veda a restrição à publicidade dos atos processuais, ressalvada a hipótese em que a defesa do interesse social e da intimidade exigir providência diversa (art. 5º, LX), e desde que “a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação” (art. 93, IX).

Percebe-se, nesse cenário, que a própria Constituição, em antecipado juízo de ponderação iluminado pelos ideais democráticos e republicanos, no campo dos atos jurisdicionais, prestigia o interesse público à informação. Acrescenta-se que a exigência de motivação e de publicidade das decisões judiciais integra o mesmo dispositivo constitucional (art. 93, IX), fato decorrente de uma razão lógica: ambas as imposições, a um só tempo, propiciam o controle da atividade jurisdicional tanto sob uma ótica endoprocessual (pelas partes e outros interessados), quanto extraprocessual (pelo povo em nome de quem o poder é exercido). Logo, o Estado-Juiz, devedor da prestação jurisdicional, ao aferir a indispensabilidade, ou não, da restrição à publicidade, não pode se afastar da eleição de diretrizes
normativas vinculantes levadas a efeito pelo legislador constitucional", destacou Edson Fachin em todos os inquéritos abertos e publicados na edição extra do Diario da Justiça.
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