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Dilma e Lula experimentam o gosto amargo da traição dos jornalistas de aluguel. Inescrupulosos tentam salvar seus "negócios"



O PT bem que tentou impor uma narrativa diversa dos fatos que estão vindo a tona com a enxurrada de delações de empresários que se beneficiaram de esquemas criminosos capitaneados por Lula e Dilma ao longo de mais de 13 anos de governos petistas.

Sites e jornalistas de aluguel faziam integravam algumas das principais ferramentas utilizadas pelo partido para difundir mensagens meticulosamnte planejadas para entorpecer a militância fanática, que não se dava conta do quanto estavam todos sendo usados por um dos governos mais corruptos da história do país.

Através da técnica da "fulanização", o PT passou anos apontando os crimes de outros políticos e de outros partidos para justificar o assalto que praticava nos cofres públicos em nome de um projeto de poder ambicioso, que tinha como propósito governar o país por mais de 40 anos. Poucos se deram conta de que a técnica da "fulanização" é na verdade uma forma de justificar os crimes cometidos pelos integrantes do partido. É algo como tentar inocentar um estuprador que foi o segundo ou ou terceiro a violentar a vítima. Quando alguém aponta para os crimes de Lula, Dilma e companhia, os petistas citam outros bandidos para rebater o interlocutor: "E o Aécio? E o Cunha? E o Renan?", como se isso justificasse o direito do PT também roubar o dinheiro suado do contribuinte.

E não foram apenas ativistas estúpidos da esquerda que recorreram a esta técnica para tentar refutar as graves acusações que sempre pesaram contra os integrantes do PT desde o escândalo do mensalão. O partido mantinha uma gigantesca rede de jornalistas de aluguel financiados com dinheiro roubado do contribuinte.

Agora que a fonte secou e que cada vez mais pessoas vão se dando conta do quanto foram trouxas e manipuladas, vários destes jornalistas tentam abandonar a barcaça furada do PT. Entre eles, está o americano Glenn Greenwald, dono do site The Intercept. Assim como os demais jornalistas de aluguel, Greenwald também tentou insuflar uma revolta popular de esquerda no Brasil, com o objetivo de garantir a permanência no poder daqueles que injetaram rios de dinheiro em seu negócio.

Com a audiência em baixa, formada basicamente por um público alienado, de baixo grau de instrução, o jornalista americano começa a se render aos fatos e faz publicar severas críticas contra os governos petistas em seu site.

Após detonar o ex-presidente Lula com o duro artigo sobre seu envolvimento em esquemas de corrupção, chegou a vez da santa vítima do golpe, a ex-presidente Dilma Rousseff, experimentar o gosto amargo da traição dos jornalistas inescrupuloso da esquerda, como Paulo Henrique Amorim, outro defensor ferrenho dos governos petistas.

O site The Intercept pulicou seu primeiro artigo detonando Lula esta semana. Logo em seguida, foi a vez de Dilma, que aparece em uma longa matéria já sem o tradicional véu de santa vítima do golpe. A publicação admite que a petista comandou uma campanha eleitoral suja irrigada por dinheiro desviado dos cofres públicos e se tornou alvo de vários inquéritos, apontada como autora de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsidade ideológica eleitoral.
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