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Dilma cai na mesa de Moro. Inquérito pode incluir crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deve acolher este mês os pedidos de inquéritos contra a Dilma Rousseff enviados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, feitos com base na delação da Odebrecht.

Como Dilma não possui a prerrogativa de foro privilegiado, seu caso deve ser remetido imediatamente para os cuidados do juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

Além de Dilma, que deve estrear na Lava Jato com Moro, Janot também pediu ao STF a abertura de inquérito contra o ex-presidente Lula e os ex-ministros da Fazenda Antônio Palocci e Guido Mantega, todos do PT.

De acordo com a delação da Odebrecht, Antônio Palocci gerenciava a conta de Lula no banco de propina da empreiteira. A ex-presidente Dilma indicou o ex-ministro Guido Mantega para administrar sua conta de propina no setor de operações estruturadas da Odebrecht.

Um parecer do Tribunal Superior Eleitoral confirmou que Dilma contou com cerca de R$ 112 milhões em propina para irrigar sua campanha de 2014. Boa parte dos recursos são oriundos do esquema de desvios na Petrobras. Por conta desta ação, Dilma deve ter seus direitos políticos cassados e se tornar inelegível por oito anos.

Sua implicação na maior investigação sobre corrupção no Brasil repercutiu na imprensa internacional. A petista, que vinha fazendo campanhas no exterior para tentar preservar sua imagem, deve cancelar novas viagens para se dedicar a sua defesa nos novos processos que tem pela frente.
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