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Delegado da PF Felipe Pace. o mesmo que Lula processou, estava na reunião na qual Palocci negociou acordo de delação. Acabou, Lula



A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça, STJ, acaba de jogar uma pá de cal nas esperanças de ex-presidente Lula e do PT de resgata da Lava Jato o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Sob a alegação de que o juiz Sérgio Moro não causou nenhum constrangimento ao determinar a prisão do petista, os ministros decidiram por manter a prisão preventiva de Antonio Palocci, denunciado na Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Para os ministros, a prisão é necessária para "a garantia da ordem pública, pois foi decretada para combater a corrupção sistêmica e serial", declararam em sua decisão que corroborou a medida adotada por Moro.

"A denúncia narra que Palocci tinha papel proeminente no esquema de corrupção e coordenou repasses de mais de US$ 10 milhões em propina ao PT. Os ministros identificaram indícios de provas da materialidade dos crimes e de autoria a justificar a prisão preventiva", informa o STJ.

Lula já enviou vários emissários a Curitiba para tentar dissuadir o ex-ministro de abrir o bico na Lava Jato em troca de um acordo de redução de pena com o Ministério Público Federal com a promessa de que ele seria solto logo, logo. Esta foi a quarta tentativa dos advogados do ex-ministro de relaxar sua prisão.

Antonio Palocci deu início às negociações para sua delação premiada. Há cerca de duas semanas ele teve uma reunião com a força-tarefa da Operação Lava Jato na Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde setembro de 2016. E o que mais assusta o PT é que o delegado Felipe Pace também estava na reunião com a força-tarefa da Lava Jato que tratou com Palocci dos detalhes de sua delação. Foi delegado Pace que conduziu investigações que prenderam o político e foi processado por Lula por ter-lhe atribuído o codinome de "amigo" que aparecia nas planilhas de propina da Odebrecht.

Outro aspecto assustador para os petistas é que esta pode ser uma questão que envolve outros ingredientes. Desde 2016 a PF não participa de delações negociadas pelo MPF e PGR (Procuradoria-Geral da República)

O clima de pânico no PT tem uma explicação bastante óbvia: Palocci seria o primeiro membro da alta cúpula do partido a celebrar um acordo de delação na Lava Jato. Bastante familiarizado com os esquemas de corrupção de Lula e de outros membros do PT, como Dilma e Guido Mantega, Palocci é uma verdadeira bomba prestes a explodir o PT.

A perspectiva de que Palocci celebre o acordo de delação aterradora para Lula e para o PT e jogaria por terra três anos de narrativas exploradas em palanques, na imprensa e pelos advogados de defesa do petista. Palocci é o homem que pode confirmar a conta de Lula no banco de propinas da Odebrecht e os repasses criminosos para o PT ao longo dos últimos anos. Não sobrará argumentos para ninguém.

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