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Delação de Marcelo Odebrecht é nojenta. Executivo fala com frieza sobre crimes que cometeu com ajuda de Lula e Dilma



Para quem tem consciência da situação dos hospitais do país, das escolas, das crise na segurança e da situação de extrema vulnerabilidade econômica de milhões de brasileiros, dá nojo assistir os depoimentos em vídeo do executivo Marcelo Odebrecht.

Os arquivos liberados esta semana pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, comprovam o quanto os ex-presidentes Lula e Dilma se comprometeram com o empresário em troca de alguns milhões em propina.

Nos vídeos, Marcelo Odebrecht fala dos milhões que destinou a Lula, Dilma e ao PT. O executivo negociava as vantagens para seu grupo empresarial e as propinas diretamente com ministros de Estado. Seus interlocutores com Lula e Dilma eram os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega.

Em um dos vídeos, o executivo descreveu como era sua relação com os governos de Lula e Dilma, e como obtinha vantagens com o livre acesso aos cofres públicos garantido por Guido Mantega, o interlocutor indicado por Dilma para tratar dos assuntos de interesse mútuo:

“Esse acesso que eu tinha a ele era por quê? Porque ele sabia que eu era um grande doador. Se ele não começasse a resolver uma parte dos problemas que eu levava a ele, legítimos ou não, eu ia criar dificuldade na época de eleição. Eu era um dos maiores doadores, ele criaria um buraco para a campanha dela. Apesar de não sei uma coisa implícita, era como funciona a relação de um grande doador com uma pessoa do setor público.”

"Interesses legítimos ou não". Marcelo Odebrecht confirma que, sem o acesso aos cofres públicos garantido por Lula e Dilma, jamais teria conseguido obter vantagens para seu grupo empresarial e faz um referência ao decreto 6.683-2008, assinado por Lula e Guido Mantega em 10 de dezembro de 2008.  Na época, o governo federal editou o decreto a pedido da empresa para isentar a produção residual de gasolina da cobrança da Cide-Combustíveis.

O ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar confirmou em depoimento ao Ministério Público o episódio do decreto que favoreceu atividades do Grupo na Bahia.

"Pedi para ele intervir para gerar um decreto, e foi editado, em dezembro de 2008, esclarecendo que a gasolina da petroquímica é um produto residual e gerou esse decreto", afirmou o ex-diretor do Grupo.

"Vamos supor que a Odebrecht não estivesse no setor do etanol, provavelmente, por mais legítimo que tenha sido isso aqui, era capaz de sem o acesso que eu tinha a ele, isso aqui não ter saído”, vangloriou-se Marcelo Odebrecht em seu depoimento à PGR que teve o sigilo levantado pelo relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin.

Segundo laudo técnico da Polícia Federal, a Odebrecht conseguiu obter vantagens ilícitas no valor de R$ 5.6 bilhões apenas em contratos superfaturados com a Petrobras. As vantagens, legítimas ou não, obtidas pela Odebrecht em troca de alguns milhões em propina para Lula, Dilma e o PT, custaram milhares de hospitais, escolas, viaturas, ambulâncias e outros serviços essenciais para o povo brasileiro. Sobretudo para os mais necessitados.  
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