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Como qualquer bandido, Lula se achava muito esperto ao programar colheita de propina após deixar Presidência em 2010



As revelações escancaradas pela Operação Lava Jato sobre o projeto de propina do ex-presidente Lula mostram com clareza o quanto o petista se achava esperto. O petista passou oito anos favorecendo grupos empresariais como a Odebrecht, OAS, Friboi, EBX e outras empresas comandadas por executivos corruptos, mas deixou para coletar suas propinas apenas ao fim de seu último mandato em 2010.

Logo que deixou a Presidência em 2011, Lula colocou seu plano brilhante em prática. O petista e sua equipe de gênios e intelectuais do PT haviam elaborado um esquema "infalível" para tornar o ex-presidente um milionário sem levantar suspeitas.

Lula contou com a OAS para levar 14 contêineres de "presentes" que havia acumulado ao longo de seus dois mandatos para São Paulo. Os mais de 120 objetos de ouro e obras de arte pertencentes ao acervo da Presidência da República roubados por Lula foram escondidos em um cofre do Banco do Brasil. As tralhas foram mantidas em um depósito da Granero e as cachaças e carnes de primeira foram levadas para um sítio novinho em folha em Atibaia, devidamente ampliado e reformado pela mesma OAS  e pela Odebrecht. O sítio foi registrado em nome de sócios de seu filho, que por sua vez, também se tornou milionário após um contrato com a empresa de telefonia Oi.

Mas Lula tinha outros esquemas para lavar a propina que havia acumulado junto aos parceiros em negócios com o governo, com o dinheiro do contribuinte. O petista abriu uma pequena empresa de palestras e passou a ser contratado a peso de ouro pelos mesmos empreiteiros corruptos que se deram bem durante seus governos.

Como Lula desviou bilhões dos cofres públicos, as propinas que tinha de crédito junto aos seus parceiros dos crimes eram bem altas e davam para comprar bem mais que um sitiozinho em Atibaia. O petista arranjou umas tretas com seu advogado e compadre Roberto Teixeira para registrar vários imóveis em nomes de laranjas. Foi assim com a cobertura vizinha ao seu apartamento de São Bernardo do Campo, registrada em nome de um primo de seu outro amigo, José Carlos Bunlai, um triplex no Guarujá, reservado para ele por seu outro amigo Léo Pinheiro da OAS e até mesmo um terreno para a nova sede do Instituto Lula, comprado por R$ 12 milhões pela Odebrecht.

Foi tudo muito bem planejado para não levantar nenhuma suspeita. Isso, na mente de Lula e dos intelectuais do PT. Caso alguma coisa saísse errado, bastava dizer que não sabia de nada, que não viu nada e que todas as coisas eram de amigos, e pronto! Um plano genial.

Embora os relatos sobre todos estes crimes feitos pelos executivos que firmaram acordos de delação premiada nos últimos dias sejam chocantes, a maioria dos brasileiros já desconfiava dos esquemas de Lula com a Odebrecht, BNDES, Petrobras, Oi e outras tretas bastante óbvias. Ninguém sai de um patrimônio de pouco mais de R$ 800 mil e chega a movimentar em sua contra R$ 53 milhões em um único ano. Lula é o corrupto mais burro de todos os investigados na Lava Jato. 
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