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Vídeo com mais um flagrante do Lula duas caras. O canalha tem um discurso para os estúpidos e outro para empresários



O ex-presidente Lula participou esta semana como penetra de um ato em São Paulo contra a  reforma da previdência e deu uma pequena amostra de como é um sujeito em quem não se deve confiar. O petista usou o palanque para mentir sobre a necessidade de promover uma reforma urgente na previdência social do país e afirmou que o "governo Temer planeja um golpe que vai impedir a aposentadoria de milhões de brasileiros”.

O petista, réu em cinco ações penais, é profundo conhecedor do assunto e defendia a mesma reforma proposta pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2015, que reconhecia as dificuldades que a União teria para honrar os compromissos com os trabalhadores, caso não fosse feita uma atualização urgente das regras de aposentadoria. No vídeo abaixo, Lula defende exatamente aquilo que critica nos dias de hoje nos palanques, diante de pessoas desinformadas.





A maioria dos países que garantem ao trabalhador algum tipo de benefício ao fim de uma vida de trabalho já enfrentou este tipo de desafio, quando a base de contribuintes não é mais capaz de dar suporte aos que colhem o benefício. Nos Estados Unidos, a idade para se aposentar aumenta praticamente todos os anos, acompanhando o aumento na expectativa de vida da população.

A maior parte dos países da Europa enfrentou protestos violentos nos anos 80 e 90, quando surgiu a necessidade de atualizar as regras para a aposentadoria. Como o Brasil passou vários anos empurrando o problema com a barriga, a situação da previdência no país é bem mais crítica e deve começar a produzir os primeiros estragos a partir de 2022, caso nada seja feito agora.

O teor da proposta do governo, que visa um ajuste de logo prazo, ainda é prematuro e deve passar por ajustes no Congresso. Durante as negociações, tanto as propostas sobre o tempo de contribuição quanto a idade mínima para homens e mulheres se aposentarem devem ser revistas. Mas uma coisa é certa nesta equação: quanto menores forem os impactos para o trabalhador, mais cedo se terá que fazer outra reforma no futuro, para voltar a equilibrar as contas visando proteger os direitos das gerações futuras. O tema é mesmo bastante árido e é preciso ter coragem de um lado, negociação e compreensão do outro, para que as coisas se encaminhem para a melhor solução possível. Adiar é que não pode.


A observação foi feita pelo jornalista Augusto Nunes, da Veja


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