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Trapaça de Dilma, Renan e Lewandowski foi inútil. Depoimento de Marcelo Odebrecht anula seus direitos políticos por oito anos



O empreiteiro Marcelo Odebrecht pode ter tornado nula perante as autoridades do Tribunal Superior Eleitoral a manobra que garantiu a manutenção dos direitos políticos de Dilma durante a votação do impeachment no senado em agosto do ano passado.

Em um histórico depoimento que durou  quatro horas de duração realizado em Curitiba, ao ministro Herman Benjamin, do TSE, o empresário delatou todas doações ilegais para a campanha de Dilma e descreveu como a petista coordenou o fluxo do dinheiro roubado em seu caixa 2.

Marcelo confirmou que pagou R$ 50 milhões em propinas para a campanha da petista como contrapartida à votação de uma medida provisória que beneficiou a Braskem, petroquímica controlada pela Odebrecht.

O executivo confirmou que Dilma tinha total conhecimento dos pagamentos irregulares, inclusive no exterior, e ratificou ter sido ela quem indicou o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, como intermediário dos acertos espúrios, em substituição ao também ex-auxiliar Antonio Palocci.

O TSE agora sabe, com riqueza de detalhes, como funcionavam os repasse via caixa dois para as campanhas de Dilma Rousseff e como estes pagamentos foram ou não registrados na Justiça Eleitoral.

Marcelo contabilizou um total de R$ 150 milhões repassados ao PT e calculou que, de cada R$ 5 pagos, R$ 4 não eram registrados. Desses valores, R$ 50 milhões seriam propinas referentes à “compra” de uma medida provisória para a Braskem em 2009: a MP 470. Parte da propina destinada ao PT foi reservada pelo partido para gastos futuros e o crédito de R$ 50 milhões em propina ficou reservado para a campanha de Dilma em 2014.

Com base nestas informações, o TSE deve considerar a ex-presidente Dilma Rousseff inelegível por oito anos. Isto significa que a manobra espúria conduzida pelo PT com a ajuda do Senador Renan Calheiros e do ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, de fatiar o impeachment para garantir os direitos políticos de Dilma foi em vão. A petista, que cogitou se candidatar ao Senado ou a Câmara dos Deputados em 2018 ficará de fora do páreo. E sem foro privilegiado pelos próximos oito anos. 
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