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Temer bate martelo e diz não a aumento de impostos. Vai cortar benefícios a empresas concedidos por Dilma



O governo Temer bateu o martelo e garantiu que não irá propor aumento de impostos para a população como forma de cobrir o rombo no orçamento. No lugar de aumentar impostos, o governo anunciou nesta quarta (29) que dará fim às desonerações concedidas pelo governo
Dilma na folha de pagamento de vários setores da economia.

Com a medida, devem entrar nos cofres federais até dezembro R$ 4,8 bilhões além do previsto no Orçamento. Outros R$ 10,1 bilhões devem ser obtidos com a concessão de usinas hidrelétricas devolvidas à União. Mais R$ 1,2 bilhão será arrecadado com a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre cooperativas de crédito -que não tinham incidência do tributo.

O presidente Michel Temer e sua equipe econômica já haviam bloqueado R$ 32 bilhões no Orçamento, mas precisaram recuar e reduziram o número de setores atingidos pelo fim de benefícios fiscais. Obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) terão bloqueio de R$ 10,5 bilhões e os orçamentos dos ministérios, R$ 20,1 bilhões congelados.

A decisão de Temer de dar fim às desonerações da folha de pagamento encerra uma das principais marcas da política econômica do governo Dilma Rousseff. A medida, do segundo mandato da petista, permitiu que empresas de vários setores deixassem de recolher contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha e passassem a pagar 1% a 2% sobre o faturamento. As empresas beneficiadas começaram a pagar menos impostos, obrigando o governo a cobrir o rombo nas contas da Previdência
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