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Setores da imprensa estão tentando acobertar esquema da carne podre da Friboi para não perder publicidade milionária



Nos últimos dias, o povo brasileiro foi novamente surpreendido por mais um gigantesco esquema de corrupção. Desta vez, agentes públicos recebiam propina para liberar alvarás sanitários que permitiam que frigoríficos comercializassem carne estragada. O esquema foi investigado pela Polícia Federal durante mais de dois anos e levou a instituição a desencadear a maior operação de sua história, quando mais de 1.100 agentes foram as ruas para cumprir dezenas de mandados de prisão, de condução e de busca e apreensão contra os envolvidos. Além do esquema de corrupção, operação Carne Fraca coloca em xeque a qualidade dos produtos comercializados pelas empresas envolvidas.

Para se ter uma ideia da gravidade da situação, a Justiça Federal determinou que o Banco Central fizesse o bloqueio de até 1 bilhão de reais de cada uma das contas pertencentes aos envolvidos. Até o momento, o Banco Central conseguiu bloquear apenas 2 milhões de reais de contas de 46 investigados na Operação Carne Fraca da Polícia Federal.

O grupo JBS/Friboi foi um dos alvos da mega operação, que descobriu a existência de um esquema de maquiagem em estoques de carnes vencidas que eram comercializadas normalmente, através do esquema que contava com a conivência de servidores do Ministério da Agricultura e Vigilância Sanitária. O  esquema de corrupção entre frigoríficos e fiscais agropecuários  colocou em dúvida a qualidade dos produtos vendidos por duas gigantes brasileiras do setor de carnes: JBS, dona das marcas Friboi Seara e Big Frango, e a BRF, dona da Sadia e Perdigão.

O problema é que a carne é o segundo item mais exportado pelo Brasil na indústria agropecuária, ficando atrás apenas da soja. O peso das exportações na balança comercial representa mais de R$ 7 bilhões ao ano. Outro problema é que as empresas envolvidas estão entre os maiores anunciantes dos meios de comunicação. As campanhas publicitárias milionárias da Friboi contam com a participação de estrelas famosas, e caras, como o cantor Roberto Carlos, o Ator Tony Ramos e a jornalista Fátima Bernardes, a garota-propaganda da Seara,

Devido a estes fatores, é possível observar que nos últimos dias setores da imprensa tem atuado para minimizar os fatos revelados pela longa investigação da Polícia Federal. Ao longo da última década, o grupo JBS/Friboi contou com a influência junto aos governos do PT de Lula e Dilma para obter empréstimos suspeitos no BNDES e Caixa Econômica e conseguiram uma expansão extraordinária.

Com uma política agressiva financiada pelo dinheiro fácil do contribuinte, o grupo atuou de forma predatória no mercado, comprando e fechando vários frigoríficos pequenos no interior do país apenas para dominar mercados e escravizar pequenos produtores. Entre os frigoríficos envolvidos no esquema de venda de carne podre, há vários controlados pelo grupo Friboi.

É fato que os irmãos Batista, controladores do grupo, se beneficiaram de esquemas de corrupção junto aos governos do PT. Os dois são alvos de ações na Justiça, como bloqueio de valores e impedimentos legais. Diante desta realidade, fica difícil continuar a consumir os produtos comercializados por esta gente que ficou bilionária da noite para o dia roubando o dinheiro do contribuinte

Comprar carne de Friboi é o mesmo que votar no PT. É tudo podre
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