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Praticamente todos no PT se elegeram com dinheiro roubado do povo. MO já confirmou R$ 300 milhões em propina



O empresário Marcelo Odebrecht confirmou ontem ao ministro do TSE, Herman Benjamin, que repassou pelo menos R$ 300 milhões em propina para o PT. Parte desse valor, cerca de R$ 150 milhões, foi repassado ao PT como contrapartida pela aprovação da medida provisória do Refis, que beneficiou o grupo Odebrecht e lesou os cofres públicos em alguns bilhões.

O executivo  também afirmou que parte do dinheiro foi entregue no exterior a João Santana, publicitário do PT, com conhecimento de Dilma Rousseff. O acerto foi feito com o ex-ministro das Finanças Guido Mantega.

O depoimento de Marcelo Odebrecht, que apresentou documentos para comprovar suas alegações, demonstrou claramente que o PT recebeu recursos de origem ilícita dentro de um gigantesco esquema criminoso envolvendo os ex-presidentes Lula e Dilma, além dos ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega.

A parte do dinheiro que foi usada nas campanhas de Dilma serviram para pagar toda sorte de serviços de marketing, como a impressão de cartazes, folhetos, aluguel de estruturas para comícios e produção de propagandas com conteúdo nacional e regional.  A outra parte do dinheiro foi diretamente para o caixa do PT, que usou os recursos para promover a imagem do partido e de seus candidatos. Cientes desta farra com o dinheiro roubado do povo, praticamente todos os integrantes do PT se locupletaram dos esquemas criminosos implantados pelo partido no governo federal. Subiram em palanques, tiveram santinhos, propagandas no rádio, na TV, outdoors e despesas pessoais pagas pelo PT com dinheiro roubado do contribuinte.

Segundo o relator do processo que investiga os crimes de caixa 2 na campanha de Dilma, o ministro Herman Benjamin do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os valores desviados pelo PT aa Petrobras revelados na Operação Lava-Jato são impressionantes.

— São valores estratosféricos. Nós, seres humanos normais, não temos condição de avaliar o que se pode comprar com aquilo. Os operadores perderam o controle do dinheiro e faziam acerto de contas por amostragem. Era dinheiro demais — afirmou o jurista que interrogou o empresário Marcelo Odebrecht nesta quarta-feira. Como ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), é também o relator da Operação Acrônimo, que investiga gigantesco esquema do PT de desvios de dinheiro do BNDES.

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