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Polícia Federal avisa: existem novas revelações sobre carne podre. Ainda é cedo para dizer que já está tudo esclarecido



Enquanto setores da imprensa, do governo e as próprias empresas envolvidas na investigação Carne Fraca da Polícia Federal fazem de tudo para minimizar o estrago causado pelo escândalo de corrupção, a própria PF avisa que ainda é prematuro tentar dar o caso por encerrado. Interlocutores da Polícia Federal prometem novas evidências sobre o mega esquema de corrupção envolvendo as maiores empresas do setor no Brasil,  como a JBS, dona das marcas Friboi Seara e Big Frango e a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, entre outras.

A defesa que parte do lado de setores da imprensa ocorre em razão das altas verbas com publicidade que recebem das duas companhias. Notícias dos grandes portais estão evitando mencionar as marcas acima, sobretudo a Friboi e Sadia.

Do lado do governo, a preocupação é com a balança comercia e com os impactos na economia do país. Já as empresas, por razões óbvias, defendem seus interesses com o mesmo vigor com que se meteram nos esquemas de corrupção com fiscais sanitários e funcionários do Ministério da Agricultura para conseguir comercializar carne e insumos inapropriados para o consumo.

Membros da equipe ligada à Operação Carne Fraca contestaram as críticas à investigação feitas pelo setor e pelo governo federal.

Contrariando todos estes argumentos, os investigadores da Polícia Federal que atua no caso há mais de dois anos, afirmam que ainda há muito material sob sigilo e que a operação deve ter desdobramentos mais adiante.

A equipe responsável pelas investigações sustenta que há provas do envolvimento de outros frigoríficos na produção e venda de carnes adulteradas e no pagamento de propinas a fiscais do Ministério da Agricultura.

Como se não bastasse, os investigadores ressaltam que há suspeita de irregularidades até mesmo nos laboratórios que fazem análises para os frigoríficos e estão credenciados pelo Ministério da Agricultura e que foram alvos da maior Operação da história da Polícia Federal.

Portanto, é aconselhável aguardar os desdobramentos dos trabalhos em curso e não se deixar influenciar por setores da imprensa, pelas empresas envolvidas e até mesmo pelo próprio governo federal. Todos são bastante suspeitos e possuem grande interesse em abafar o caso.

No caso dos políticos, a situação é ainda mais vergonhosa. A JBS-Friboi, um dos alvos da Operação Carne Fraca, está entre as empresas suspeitas de corromper funcionários públicos e investiu nada menos que R$ 1,2 bilhão na eleição de 2014. O PT de Lula e Dilma foi, obviamente, o maior beneficiário de todos os recursos. Foi durante os governos petistas que a Friboi conseguiu mais de R$ 10 bilhões em empréstimos camaradas no BNDES.
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