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Pode não ser para agora, mas eles estão muito encrencados na Justiça. Consequências de seus atos virão cedo ou tarde.



Enfim, Lula e Dilma foram finalmente denunciados pelo seu maior parceiro nos crimes dos bastidores da República. Marcelo Odebrecht e outros executivos do grupo confessaram a participação dos dois e de mais uma dúzia de petistas nos esquemas de corrupção que sustentaram os dois grupos ao longos de mais de uma década: o PT e a Odebrecht.

Desmascarados pela força-tarefa da Operação Lava Jato, os ex-donos das chaves dos cofres públicos da era petista bem que tentaram resistir, mas por obra do acaso ou pela determinação dos procuradores da República, o setor de operações estruturadas da empreiteira, conhecido como o departamento de propina, acabou sendo revelado. Daquele momento em diante, não havia mais nada que pudesse ser feito para conter o estrago.

A Polícia Federal e o Ministério Público tiveram acesso a planilhas contendo os nomes de centenas de políticos corruptos, com os quais a Odebrecht fazia "negócios"  e levava vantagens indevidas, se locupletando do dinheiro do sofrido contribuinte brasileiro.

O patriarca do Grupo, Emílio Odebrecht, foi chamado a Curitiba, onde acabou reconhecendo que a casa havia caído. Seu filho, Marcelo Odebrecht ainda pensava em resistir e lutar pela obtenção de um habeas corpus, sem se importar se isso lhe custaria alguns milhões. Mas eis que o Supremo Tribunal Federal manteve o entendimento sobre a possibilidade da decretação de prisão de condenados após julgamento em segunda instância. Este foi o fator que precipitou o príncipe dos empreiteiros ao caminho da delação premiada. Para o azar de Lula, Dilma e de todo o PT, Marcelo Odebrecht não estava disposto a passar o resto da vida na prisão.

Baseado nas delações dos executivos da Odebrecht, os pedidos de abertura de inquéritos contra os ex-presidentes Lula e Dilma enviados ao STF pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, são apenas o início de um longo calvário para os dois petistas. Lula já é réu em cinco ações penais e alvo de outros tantos inquéritos. Dilma também já é ré no STF e está no caldeirão da investigação sobre o uso de dinheiro roubado em suas campanhas do Tribunal Superior Eleitoral.

Com mais estes pedidos de inquéritos de Janot contra eles, os dois terão outros problemas sérios pela frente na Lava Jato e com o juiz Sérgio Moro, para onde o ministro do STF, Edson Fachin, deve enviar os processos contra Lula e Dilma. Eles promete espernear, posar de vítimas, como Lula já tem feito há algum tempo e Dilma, que deu início a sua cruzada de vitimização internacional durante duas viagens que fez à Europa este ano.

Mas por mais que façam, que esperneiem e que gritem, nada poderá mudar o que fizeram no passado e impedir que colham as consequências de seus atos num futuro próximo. A Justiça, subestimada pelos dois, tem seus próprios meios de alcançar pessoas estúpidas que acreditam no poder efêmero e na impunidade para praticar crimes contra os interesses do povo. 
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