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Petistas recebiam picanha como propina para liberar venda de carne estragada da Friboi



Funcionários do Ministério da Agricultura do Paraná recebiam propina em forma de caixas de picanha em casa para liberar alvarás sanitários para frigoríficos pudessem comercializar carne podre sem correr riscos de fiscalização.

Lotados na sede do órgão desde o primeiro mandato de Dilma, vários funcionários envolvidos no esquema participaram das campanhas para eleger a petista e também protestaram contra o impeachment de Dilma no ano passado.

Segundo o GLOBO,  o ex-superintendente do Mapa, Daniel Gonçalves Filho é apontado pela PF como líder da organização criminosa. Segundo a PF, o executivo tinha relações estreitas com dois executivos das maiores empresas do setor de carnes do Brasil: o gerente de Relações Institucionais do Grupo BRF, Roney Nogueira dos Santos, e o funcionário da Seara, do grupo JBS, Flavio Cassou, que estão entre os presos nesta sexta-feira.

De acordo a PF, Daniel Gonçalves contava ainda com sua esposa e filhos no esquema: “Também foi possível verificar que a esposa e filhos de Daniel sempre prestaram-lhe auxílio em suas atividades criminosas, das mais diversas formas, como se verá”, afirma o texto da PF que embasou a decisão do juiz Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal de Curitiba, que expediu 309 mandados judiciais, sendo 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso.

Daniel era o superintendente responsável por todo o esquema e atuou durante os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma como fiscal agropecuário e atuou no cargo de 25/07/2007 a 19/02/2014, e de 19/06/2015 a 11/04/2016. Ele foi exonerado, mas retornou às suas atividades no Mapa por força de liminar judicial, de acordo com a PF. “Foi substituído na função de superintendente por Gil Bueno de Magalhães, também integrante da quadrilha”, diz a Polícia Federal.

Segundo a PF, além do esquema de propinas em dinheiro, a carne do churrasco, de qualidade, também era garantida pelos participantes dos crimes no Ministério da Agricultura. Veículos especiais distribuiriam caixas de isopor com carne de primeira para os membros da organização criminosa. 
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