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Novos inquéritos contra Lula e Dilma devem seguir para Sérgio Moro. Os dois encabeçam lista enviada pela PGR ao STF



O empresário Marcelo Odebrecht confirmou em sua delação premiada que não haveria como implantar um esquema de corrupção tão gigantesco no governo sem a determinação do ex-presidente Lula em implantar um plano de poder duradouro. O executivo, que agiu de forma deliberadamente criminosa, simplesmente se aproveitou das oportunidades abertas por um regime corrupto e alavancou negócios de seu grupo empresarial pelo mundo em troca de propina para Lula, Dilma e o PT.

Marcelo confirmou que todos atuaram em conjunto de forma claramente criminosa para desviar recursos dos cofres públicos e distribuir propina em troca de contratos superfaturados que beneficiaram sua empresa.

A mega delação dos 78 executivos do grupo empresarial serviu de base para que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedisse a abertura de inquéritos contra quase 300 políticos e envolvidos no esquema criminoso do PT. Lula e Dilma encabeçam a lista dos pedidos de inquéritos que estão sendo avaliados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, o relator dos processo da Lava Jato no Supremo.

Como Lula e Dilma, juntamente com outros 209 incriminados, não possuem foro privilegiado, seus inquéritos devem seguir para a primeira instância na 13ª Vara Federal de Curitiba, cujo responsável é o juiz federal  Sergio Fernando Moro.

Nos arquivos em poder do STF e da PGR, Marcelo Odebrecht e outros executivos confirmam que, por razões óbvias, não haveria como montar um esquema tão gigantesco de corrupção sem a anuência dos ex-presidentes Lula e Dilma, do PT.
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