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Não satisfeita por barbarizar a economia do país, Dilma barbariza imagem do Brasil no exterior



A ex-presidente Dilma Rousseff tem viajado ao exterior as custas do contribuinte brasileiro para meter o pau no país em atos organizados pela esquerda europeia que acabam repercutindo na imprensa internacional. Esta é a segunda vez em menos de trinta dias que Dilma viaja para a Europa apenas com o propósito de detonar a imagem do Brasil.

Além de barbarizar a economia do país com suas pedaladas, isenções de mais de R$ 500 bilhões para empresas multinacionais e deixar mais de 13 milhões de chefes de família sem emprego, a petista ainda acha pouco e age como no exterior se tivesse adquirido ódio do Brasil.

O problema é que Dilma é uma figura "exótica" aos olhos da imprensa internacional e explora sua falta de senso do ridículo para repercutir o que a doida anda falando do país em seus encontros com a inexpressiva esquerda do velho continente.

Dilma tenta promover no exterior a imagem =de um país sem instituições fortes, sem tradição democrática e sem uma população politicamente ativa. Estas são apenas algumas  das barbaridades que Dilma anda dizendo sobre o Brasil.

Diante de uma plateia no Instituto de Altos Estudos Internacionais de Genebra, a ex-presidente afirmou haver o risco de que os ocupantes do poder no Brasil tentem impedir nova eleição de Lula da Silva. “Podem tentar condenar o Lula por duas vezes, podem mudar as regras da eleição presidencial, por exemplo, com introdução do parlamentarismo e, terceiro, podem simplesmente adiar a eleição presidencial do ano que vem”, disse Dilma.

Segundo editorial do Estadão, "É grave que uma ex-presidente fale de forma tão irresponsável sobre a democracia e as instituições no Brasil. Eventuais discordâncias de Dilma Rousseff com a decisão do Congresso de condená-la por crime de responsabilidade não lhe dão direito a tratar o País da forma vil como ela o tem tratado".

"Por mais que Dilma Rousseff não goste, há lei e há instituições no Brasil. O panorama é bem diferente do que ela alardeou na Suíça. O principal óbice é ela mesma, pelo estrago que causou ao País".

A petista estava em Portugal preparando-se para mais uma rodada de difamação do Brasil, mas sumiu após aparecer na lista de pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Dilma deve ser envolvida em um inquérito inédito na Lava Jato por seu envolvimento em crimes delatados pelos executivos do Grupo Odebrecht.

Leia o artigo completo no Estadão
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