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Moro aumenta fogo do "cozimento" de Lula e vai ouvir Marcelo e Emílio Odebrecht em ação contra Antonio Palocci



O juiz federal Sérgio Moro, além de preciso e altamente qualificado quando o assunto é lavagem de dinheiro, também é reconhecido como um grande estrategista. Afinal, a tarefa de prender e manter presas pessoas poderosas como Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro e Antonio Palocci não é para qualquer juiz.

Não há como ignorar que, ao assumir os processos da Lava Jato relacionados ao petrolão, o esquema criminoso que vitimou a Petrobras, Moro iria se furtar do dever punir exemplarmente todos os integrantes da organização criminosa. Também não há como ignorar que o ex-presidente Lula é o chefe da organização criminosa que teve sua hierarquia desmantelada na Lava jato.

Seguindo a lógica importa pela própria natureza da investigação, torna-se óbvio que o juiz Sérgio Moro atue no sentido de chegar ao chefe da quadrilha. Mas para que o magistrado mantenha a mesma eficiência em suas condenações, é preciso se cercar de todas as providências necessárias para fechar o cerco em torno de Lula.

E é exatamente neste aspecto que Moro pode ser considerado uma mente a altura de combater uma organização criminosa não apenas sofisticada e composta por pessoas influentes, bilionárias e poderosas, mas também por ser chefiada por um dos mais populares ex-presidente da República.

Dando andamento ao seu trabalho meticuloso, o juiz Sérgio Moro intimou esta semana o empresário Emílio Odebrecht e seu filho Marcelo para prestarem depoimentos na ação em que  ex-ministro petista Antônio Palocci é acusado de atuar para favorecer os interesses da Odebrecht junto aos governos de Lula e Dilma na contratação de sondas de exploração do pré-sal com a Petrobrás.

Moro já sabe que Palocci era o responsável pelo gerenciamento do saldo de propina do ex-presidente Lula nas planilhas do departamento de operações estruturadas da empreiteira. Moro já sabe que a Odebrecht destinou mais de R$ 120 milhões a Palocci no tal departamento de propina. Ao costurar umas coisas às outras, Moro prossegue na confecção da colcha de retalhos que servirá para forrar a cama da cela do ex-presidente Lula em breve.

Emílio Odebrecht e Marcelo Bahia Odebrecht vão ser interrogados por Moro nos dias 13 de março e 10 de abril, respectivamente. A diferença neste depoimento, é que ele será o primeiro a ser feito após a homologação do acordo de delação da empreiteira. Tanto Emílio quanto Marcelo terão a obrigação de esclarecer os fatos de forma fidedigna, caso não queiram ver seu acordo de delação cancelado.
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