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Ministra de Temer pede ao STF que outras mães detentas tenham o mesmo tratamento dado a mulher de Cabral, Adriana Ancelmo



A Ministra Direitos Humanos do governo Temer,  Luislinda Valois, encaminhou um ofício à presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, no qual solicita que seja estendido o benefício dado à Adriana Ancelmo a todas brasileiras em situação semelhante.

A mulher do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral,  estava detida desde o dia 17 de dezembro no Complexo Penitenciário de Gericinó (Bangu), na zona oeste do Rio. Adriana Ancelmo é acusada de desviar milhões dos cofres públicos e responde pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Inconformada com a decisão que concedeu o benefício de prisão domiciliar para Adriana Ancelmo,  a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois questionou a presidente do Supremo:

“Diante da decisão em acostado a este expediente, como ministra do Estado dos Direitos Humanos e além disso e principalmente, por ser cidadã brasileira, percebo que tenho o dever de recorrer a Vossa Excelência para que juntos adotemos medidas legais urgentes no sentido de que aquele DECISU mesmo ainda passível de recurso, seja aplicado extensivamente a todas as mulheres brasileiras que encontrem em situação análoga, sem qualquer distinção e no menor espaço de tempo possível. É como penso”
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