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Marina Silva também se beneficiou de propinas da Odebrecht. E ainda fica aborrecida quando a chamam de ex-petista



A maioria do simpatizantes da ex-ministra Marina Silva fica extremamente irritada quando algum órgão da imprensa se refere a ela como ex-petista. Furiosos, tecem cometários agressivos como se isso fosse capaz de apagar os 24 anos que Marina dedicou ao PT, ao lado de gente como Lula, José Dirceu, Antonio Palocci, João Vaccari Neto e Guido Mantega. A própria Marina fica irritadíssima quando é lembrada sobre seu passado no PT e já chegou a interromper entrevistas por este motivo.

Marina fez parte da trama do projeto de poder do PT desde os anos 80. Iniciou sua carreira política em 1984 como vice-coordenadora da Central Única dos Trabalhadores no Acre e já no ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores, onde permaneceu até agosto de 2009, quando se desentendeu com Lula pelo fato do petista ter escolhido a ex-presidente Dilma Rousseff como sua sucessora, ao invés dela.

Marina não deixou o PT por discordar da cultura da corrupção do partido. Como integrante do núcleo duro da legenda, Marina conviveu intensamente com os esquemas criminosos do mensalão e petrolão, o assalto petista que vitimou a Petrobras. Marina deixou o PT apenas por ter sido preterida por Lula.

Mas as controvérsias em torno de Marina não param por ai. Após deixar o PT, Partido Verde (PV) para se lançar candidata à Presidência da República em 2010. Deixou o partido para criar sua própria legenda, a Rede Sustentabilidade. Como não conseguiu o registro partidário a tempo de disputar as eleições em 2014, Marina se filiou ao PSB de Eduardo Campos para concorrer como vice. Com a morte de Campos, ela acabou disputando a Presidência em 2014 por aquele partido.

Em 22 de Setembro de 2015, a Rede Sustentabilidade obteve seu registro definitivo no TSE e Marina deve disputar novamente em 2018, agora em seu próprio partido. A questão fundamental em torno desta candidata diz respeito ao seu comprometimento com a cultura que herdou dos tempos de PT e os fortes laços de amizade que ainda mantém com figuras notadamente corruptas do partido.

Marina está contaminada pelas velhas práticas de financiamentos de campanhas, foi delatada por executivos da OAS, participou de uma campanha que foi financiada com propina da Odebrecht em 2014 e recebeu dinheiro de mineradoras devastadoras do meio ambiente, como a Samarco e de mineradores criminosos, como o empresário Eike Batista.

Para quem se diz defensora do meio ambiente, o histórico de Marina é bastante contraditório, o que não parece ser um bom indicativo para o eleitor sério.  Na delação da Odebrecht, a campanha de Eduardo Campos aparece como beneficiária de um volume significativo de propina da empreiteira. Após a morte do candidato, Marina assumiu o posto com um caixa já bem abastecido de dinheiro roubado do povo. 
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