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Lula traído por seu companheiro de viagens. Alexandrino Alencar entregou provas sobre repasses de propina ao petista



O ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Alexandrino Alencar, um dos principais interlocutores do ex-presidente Lula com o Grupo empresarial, entregou provas contundentes sobre o envolvimento do ex-presidente no esquema de corrupção com a empreiteira. Alexandrino era o companheiro de viagens de Lula pelo mundo, a bordo dos jatinhos da Odebrecht.

Entre as provas da participação ativa de Lula no recebimento de propinas da Odebrecht, Alexandrino entregou um diagrama à Lava Jato que comprova que Lula recebeu mais de R$ 3 milhões da Odebrecht entre 2011 e 2014. Os repasses foram maquiados através de supostas “palestras”, mas eram na verdade viagens ao exterior bancadas pela empreiteira para que Lula atraísse mais negócios para o grupo empresarial no exterior.

Alexandrino Alencar não apenas confirmou que a Odebrecht bancava Lula e seus familiares, como também entregou um “diagrama no qual estão registrados a relação dos pagamentos e mais dois fatos que agravam a situação do ex-presidente.”, diz uma reportagem da Veja desta semana

O executivo confirmou ainda que a mulher de Lula, Marisa Letícia, falecida em fevereiro, lhe pediu pessoalmente para que a Odebrecht assumisse as reformas do sítio de Atibaia, tocada até certo ponto pelo amigo de Lula, José Carlos Bumlai. O total dos gastos com as obras de ampliação das instalações do Sítio chegaram a R$ 1,2 milhão. Alexandrino confirmou que a reforma contou com a participação da empreiteira da OAS, que tinha como presidente o amigo de Lula, Léo Pinheiro.

Mas os repasses de propina não eram destinados apenas ao petista. Em sua delação, Alexandrino Alencar confirmou que, a pedido de Lula, seu sobrinho e vidraceiro Taiguara Rodrigues recebeu R$ 20 milhões da Odebrecht por um serviço que nunca executou.

Parte do dinheiro, segundo a Veja, bancou despesas pessoais de Frei Chico, o irmão mais conhecido do petista. Segundo Alexandrino Alencar, a Odebrecht pagou uma mesada de cerca de R$ 5 mil por mais de dez anos a Frei Chico, o irmão mais famoso de Lula.

Os pagamentos só pararam após as prisões dos executivos da empreiteira, segundo a Veja.
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