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Lula é o pai da orgia 'Estado-Odebrecht', Diz Demétrio Magnoli



Enquanto setores da imprensa se preocupam em determinar o envolvimento de membros do governo e de outros partidos no esquema bilionário de corrupção envolvendo a Odebrecht, pouso jornalistas se preocupam em se ater aos fatos.

O principal deles é que não haveria como a Odebrecht manter um regime de corrupção tão profundo e arraigado no governo federal sem o aval dos ex-presidentes Lula e Dilma. O próprio Marcelo Odebrecht admitiu que 80% da propina reservada pela empreiteira eram destinados exclusivamente ao PT. Os outros 20% entregues a membros de outros partidos, todos eles da antiga base aliada governista, eram liberados para outros políticos e partidos mediante o aval de Lula e Dilma, com quem Marcelo Odebrecht se reuniu mais de 100 vezes, segundo o próprio empresário.

Isto significa que Lula, Dilma e o PT, através de seus ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci, foram responsáveis pela distribuição de mais de R$ 3 bilhões em propina. O valor constava das planilhas do setor de operações estruturadas da empreiteira, o departamento de propina concebido por Marcelo Odebrecht, para que ele pudesse organizar o fluxo do dinheiro sujo oriundo de contratos espúrios com os governos petistas. Os atuais membros do governo envolvidos em esquemas de corrupção com a Odebrecht fizeram parte do governo de Lula e Dilma, como Romero Jucá, Renan Calheiros, Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima. Todos os ilícitos que tenham praticado ocorreram durante os governos petistas e se receberam propina, receberam com aval de Lula e Dilma em troca de apoio aos seus governos. É tolice e má fé tentar atribuir a corrupção destas pessoas ao governo Temer. Para montar sua equipe de transição e garantir o máximo de apoio político para aprovar as medidas necessárias, Temer teve que confiar na palavra de seus ministros, que acabaram caindo em pouco tempo.

E artigo publicado na Folha,  Demétrio Magnoli afirma que "A corrupção, tão velha quanto o Brasil, está disseminada por todos os partidos, mas o "Estado-Odebrecht" nasceu sob as asas de Lula. A "esquerda brasileira" centralizou os esquemas de captura privada do poder público, convertendo-os em ferramenta política estratégica. No "centro da Lava Jato", encontram-se os que detinham as chaves das portas das empresas estatais durante os 13 gloriosos anos do verde-amarelismo lulopetista. Mas, em exercícios de hipocrisia extrema, os intelectuais de esquerda comemoram os inquéritos que atingem o círculo de Temer enquanto denunciam uma suposta "perseguição de Moro" contra seu idolatrado ex-presidente. Como não lastimar isso?

Leia o artigo completo na Folha
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