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Lula e Dilma vão parar atrás das grades. Cedo ou tarde. Estrago provocado pela delação da Odebrecht é irreversível



O acordo de delação da Odebrecht, homologado pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, contém informações estarrecedoras sobre a relação espúria de Lula e Dilma com a empreiteira.

Fato 1 - Os 78 executivos da Odebrecht jamais teriam conseguido firmar um acordo de delação com o Ministério Público Federal caso não tivessem apresentado as devidas provas sobre seus relatos feitos aos procuradores da República. Pela lei de delação, a Justiça não pode celebrar nenhum acordo com criminosos baseada apenas em depoimentos. As informações prestadas pelos delatores que não são acompanhadas de provas robustas que corroborem suas confissões são descartadas imediatamente pelo MPF.

Fato 2 - A Procuradoria-Geral da República revisa todos os termos, documentos, depoimentos e provas que compõem um acordo de delação premiada concluído pelo MPF, Apenas após a análise detalhada de todos os documentos e a certificação de que a delação atende os requisitos previstos na lei,  a PGR envia o material para apreciação do STF.

Fato 3 - Todos os depoimentos e provas são minuciosamente analisados pelo Supremo Tribunal Federal. O ministro relator do caso requisita uma equipe de técnicos juristas que verifica novamente todos os documentos. Todas as etapas dos trabalhos são supervisionadas pelo ministro relator. Apenas após concluído todo o processo, a delação pode ser ou não homologada.

No caso da delação da Odebrecht, a ministra Cármen Lúcia concluiu que todos os requisitos foram cumpridos em suas diferentes etapas. Ao homologar a delação, a presidente do Supremo validou o acordo, que passou a ter valor legal perante a Justiça.

Até o momento, o Brasil já sabe que os ex-presidentes Lula e Dilma comandaram o maior esquema de corrupção de que se tem notícia na história do país. Sob o comando de Lula, o PT e a Odebrecht montaram uma verdadeira organização criminosa que tinha como objetivo patrocinar um ambicioso plano de poder financiado pelo dinheiro roubado do povo. Tudo isso é fato e não há mais como voltar atrás ou desfazer tudo que já foi feito.

Lula, Dilma e centenas de políticos já foram incriminados e devem arcar, cedo ou tarde, com as consequências de seus crimes. Como qualquer bandido, eles serão submetidos a todos os trâmites legais, que vão desde a abertura de inquéritos, a abertura de processos na Justiça até a condenação, tida como certa, tendo em vista o grau de comprometimento com os crimes investigados na Lava Jato.

Mas enquanto isso não acontece, eles vão jurar inocência, posar de vítimas, tentar fulanizar seus crimes, alegando que outros também fizeram as mesmas coisas. Vão atacar a Lava Jato, o juiz Sérgio Moro e as instituições sérias do país. Farão de tudo para tentar desqualificar todo o trabalho magistral realizado até aqui pela força-tarefa baseada em Curitiba. De na adiantará. Caso o Brasil seja realmente um país sério, Lula, Dilma e companhia devem ir parar atrás das grades. Cedo ou tarde.

Outros crimes de Lula e Dilma relacionados aos desvios no BNDES, da relação dos dois com Eike Batista, com os donos da Friboi e outros esquemas de corrupção mantidos pelo PT ainda devem vir a tona nos próximos meses. Mas por enquanto, a delação da Odebrecht já é suficiente para lhes garantir uma boa temporada atrás das grades.


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