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Lula e Dilma não foram presidentes do Brasil. Eram trombadinhas a serviço da Odebrecht



As revelações sobre os mandos e desmandos dos executivos da Odebrecht nos governos dos ex-presidentes Lula e Dilma estão deixando as autoridades estarrecidas. Além do poder de influência da empreiteira nos governos petistas e nos recursos dos cofres públicos, o Grupo Odebrecht interferiu diretamente nos destinos do país para manter seus comandados no poder.

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin, relator do processo que apura o uso de dinheiro roubado dos cofres públicos nas campanhas da ex-presidente Dilma Rousseff, considerou os depoimentos de Marcelo Odebrecht e de dois outros ex-executivos da empreiteira como os mais importantes de todos os 50 que já colheu desde que assumiu o caso em agosto do ano passado.

Segundo publicou o Estado, Benjamin ficou particularmente impressionado, como perceberam advogados presentes. Primeiro, pelo grau de acesso e de domínio que o empresário contou ter ao topo da cadeia de poder, sugerindo a impressão de apropriação do poder público pelo poder privado.
Segundo, pelo valor de caixa 2 – R$ 180 milhões –, desproporcionalmente gigantesco em relação às doações oficiais.

Mas o que chama mesmo a atenção é o volume de dinheiro que a empreiteira teve acesso a partir dos governos do PT, nos cofres públicos. Lula e Dilma propiciaram que a empreiteira colhesse contratos bilionários no Brasil e no exterior, tudo irrigado pelo dinheiro do contribuinte. Em troca de propinas para suas campanhas e seu partido, os dois atuaram não como presidentes da República, cargo que pressupõe a defesa dos interesses da sociedade, mas como verdadeiros trombadinhas a serviço da Odebrecht. 
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