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Lula e Dilma encabeçam lista de Janot. Os dois lideraram organização criminosa no Brasil ao longo da última década



Há uma razão bastante simples para o fato dos ex-presidentes petistas Lula e Dilma encabeçarem a lista de pedidos de abertura de inquérito encaminhada ao Supremo Tribunal Federal, STF, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot: os dois comandaram o maior esquema de corrupção mundial ao longo dos treze anos e pouco que permaneceram no poder.

Fato: sem o aval de Lula e Dilma, nenhum político de nenhum partido teria acesso ao dinheiro dos cofres públicos. Os dois aparelharam as estatais com diretores corruptos visando roubar o dinheiro do contribuinte para financiar um ambicioso plano de poder. Neste caso, o PT era o maior beneficiário de todo o esquema de corrupção, ficando com cerca de 80% dos valores desviados em contratos superfaturados, segundo confissão do executivo Marcelo Odebrecht.

Os outros 20% dos esquemas de corrupção do PT eram distribuídos a políticos de outros partidos, com aval de Lula e Dilma, em troca de apoio no Congresso. De fato, Como os dois comandavam o BNDES, a Petrobras, a Caixa Econômica, o Banco do Brasil e todos os demais órgãos públicos, não haveria como políticos de outros partidos roubarem nestas instituições sem a prévia concessão de Lula e Dilma do direito de roubar. O esquema de Eduardo Cunha na Caixa Econômica é um bom exemplo desta pareceria criminosa. De fato, Cunha jamais poderia nomear diretores para a instituição sem o aval de Lula e Dilma.

Os grandes parceiros nos esquemas criminosos do PT foram justamente o PMDB e o PP, os maiores partidos da antiga base governista petista. Isto significa que, além de roubar a maior parte dos recursos provenientes do cofres públicos, dinheiro do povo, o PT permitia que outros políticos de outros partidos também roubassem, para garantir a "governabilidade e a roubabilidade".

A roubalheira durante os governos de Lula e Dilma era de fato generalizada. Alista de pedidos de inquéritos do PGR demonstra esta natureza com bastante clareza. Abaixo, entre alguns dos nomes já citados pela Lava Jato, figuram mais de 20 ministros de Dilma, além da própria e de Lula, o homem por trás da organização criminosa apontada por Rodrigo Janot:

1 - Antonio Palocci

2 – Guido Mantega

3 - Jaques Wagner

4 - Erenice Guerra

5 – Fernando Pimentel

6 - Edinho Silva

7 - Aloizio Mercadante

8 - Gleisi Hoffmann

9 - Paulo Bernardo

10 - Mario Negromonte

11 - Fernando Bezerra

12 - Carlos Gabas

13 – Gilberto Carvalho

14 – Arthur Chioro

15 – Edison Lobão

16 – Celso Pansera

17 – Henrique Alves

18 – Eliseu Padilha

19 – Moreira Franco

20 – Gilberto Kassab

21 – Silas Rondeau

A lista de Janto inclui ainda dezenas de empresários, senadores, deputados federais e governadores e que formavam a base de apoio dos governos de Lula e Dilma. Todos corruptos que, sem se importar com as consequências devastadoras para a economia do Brasil, integraram a quadrilha de Lula e Dilma, como Eike Batista, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha, Marcelo Odebrecht, Léo PInheiro, os irmãos Batista do grupo JBS-Friboi, entre outros criminosos bilionários.

Não é por acaso que Lula é réu em cinco ações penais e alvo de outros tantos inquéritos criminais. Assim como ele, a ex-presidente Dilma Rousseff é inserida definitivamente no rol de criminosos investigados na Lava Jato, a partir dos pedidos de inquéritos formulados pela PGR ao STF. O número assustador de envolvidos na organização criminosa comandada por Lula é assustador e pode chegar a mais de 300 pessoas comprometidas com a roubalheira petista. Afinal, foram mais de 13 anos roubando como se o mundo fosse acabar amanhã. O problema desta turma é que o mundo não acabou. Pelo menos para a Justiça.
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