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Lula e Dilma devem se tornar cada vez mais agressivos, na medida em que seus crimes são revelados



Os ex-presidentes petistas Lula e Dilma vão enfrentar nos próximos dias uma onda devastadora de revelações sobre os crimes que praticaram ao longo dos treze anos que permaneceram no comando do governo do país. Os fatos chocantes contidos na delação dos executivos da Odebrecht ainda não foram todos revelados e os dois petistas já subiram o tom com ataques cada vez mais claros contra o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato.

O PT chegou a convocar um ato na última sexta-feira para atacar a investigação que chegou ao topo da cadeia de comando da organização criminosa que saqueou o Brasil com a ajuda de empresários corruptos. Na ocasião, Lula ofendeu os integrantes da força-tarefa baseada em Curitiba e chegou a chamar o procurador da República, Deltan Dallagnol, de moleque.

Se as coisas já estão feias para Lula e Dilma mesmo antes do levantamento do sigilo das delações dos 78 executivos da Odebrecht, a situação dos dois perante a Justiça e a sociedade tende a se agravar ainda mais quando tudo vier a público. Pior ainda quando o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato na Corte, decidir acolher os pedidos de abertura de novos inquéritos contra Lula e Dilma, enviados ao STF pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Encurralados, acuados e sem ter como provar sua inocência, Lula e Dilma vão se tornar cada vez mais agressivos, tentar mobilizar a militância, demonstrar força, se aliar a outros políticos alvos da Lava Jato, enfim. Farão de tudo para transferir seus problemas com a Justiça para o campo político. Os discursos contra Sérgio Moro, contra os membros do Ministério Público Federal e até mesmo contra os delegados da Polícia Federal se tornarão mais raivosos e serão amplamente repercutidos pelos jornalistas de aluguel e sites a serviço do PT.


Para piorar ainda mais a situação de Lula, o petista será interrogado pelo juiz Sérgio Moro pouco após o depoimento devastador que será prestado pelo ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. Isto significa que quando Lula se sentar diante do juiz responsável pelos processos da Lava Jato, o petista estará numa situação ainda mais delicada e pode ser condenado na primeira das cinco ações penais em que se tornou réu nos últimos meses.

O PT, CUT e MST prometem guerra e estão convocando milhares de militantes para o dia do interrogatório do ex-presidente Lula a ser feito pelo juiz Sérgio Moro no dia 03  de maio. Para Lula, quanto mais barulho, mais tumultos e até mais sangue, melhor. O criminoso está disposto a desafiar a Justiça do país até as últimas consequências. 
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