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Lula chama 80 testemunhas para adiar julgamento. De nada adianta. Apenas depoimento de Léo Pinheiro o coloca em cana



O ex-presidente Lula tem feito de tudo para adiar ao máximo o desfecho trágico da ação penal em que figura como réu. O julgamento dos crimes do petista relativos aos seus esquemas de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o triplex no Guarujá e o armazenamento dos objetos que retirou do Palácio do Planalto em 2011 já está em curso.

Diante da total incapacidade de comprovar a inocência de seu cliente e do temor que o juiz Sérgio Moro disponha de provas irrefutáveis contra o petista, os advogados do ex-presidente Lula arrolaram mais de 65 testemunhas na ação penal em trâmite na 13ª Vara Federal Curitiba (responsável pelos processos da Operação Lava Jato).

Lula e seus advogados estão carecas de saber que de nada adianta chamar para depor pessoas que não possuem nada a acrescentar aos autos do processo, exceto ganhar um pouco de tempo. O depoimento da principal testemunha do caso, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, é justamente a pessoa por trás das duas acusações que pesam contra Lula nesta ação penal: o triplex do Guarujá e o pagamento de despesas de R$ 1.3 milhão com transporte e armazenamento dos objetos trazidos por Lula de Brasília.

Léo Pinheiro, apela fundamental deste caso, já confirmou aos procuradores da força-tarefa da Lava Jato que todos os negócios foram feitos para dissimular o repasse de propinas para Lula. Em outras palavras, Léo Pinheiro confirmou e tem como comprovar que os mais de R$ 3 milhões em vantagens indevidas recebidas por Lula foram propina. Simples assim.


Os advogados de Lula adotaram a mesma estratégia na ação que envolve a compra, pela Odebrecht de um imóvel para o Instituto Lula e da cobertura vizinha à que o ex-presidente mora em São Bernardo do Campo-SP. Nesta ação penal, os advogados do ex-presidente Lula já arrolaram nada menos que 80 testemunhas

Na última sexta-feira, a defesa do ex-presidente protocolou petição solicitando o acréscimo de outras 30 testemunhas ao rol de outras 52 já intimadas, como os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá. Agora, Lula também quer que sejam ouvidos o empresário Jorge Gerdau e a ex-ministra Mirian Belchior, entre outros.

Na ação, o MPF acusa a Odebrecht de ter comprado um imóvel para o Instituto Lula como forma de pagamento de propina ao ex-presidente. A denúncia também aponta envolvimento da Odebrecht na compra da cobertura vizinha à de Lula por Glaucos Costamarques, que desde que “investiu” no imóvel, o aluga a Lula.

Assim como na outra ação, de nada adiantará a Lula arrolar 80, 100 500 testemunhas também nesta ação. Apenas o depoimento e os documentos fornecidos pelo ex-presidente Marcelo Odebrecht aos procuradores da Lava Jato já são suficientes para selar o destino do petista neste outro julgamento. Marcelo Odebrecht, a peça fundamental do processo, também confirmou que os R$ 12 milhões destinados a aquisição do terreno onde seria erguida a nova sede do Instituto Lula foram repassados ao petista e eram fruto de propina por contratos obtidos pela empreiteira junto aos governos de Lula e Dilma. 
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