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Gilmar Mendes parece estar com o rabo preso. Solução para acabar com vazamentos seria levantar sigilo das delações



Em seu acordo de leniência, o grupo Odebrecht se comprometeu a devolver pelo menos R$ 7 bilhões do dinheiro roubado aos cofres públicos. É muito? É, mas o valor roubado com a ajuda de Lula e Dilma pode ser bem maior, considerando que o faturamento do grupo saltou de U$ 5 bilhões ao ano em 2003, ano do primeiro mandato de Lula, para U$ 140 bilhões ao ano em 2014, quando foi deflagrada a Operação Lava Jato.

Pois bem. O ladrãozinho confessou todos os seus crimes em depoimentos gravados em vídeo e confirmou que a roubalheira seria impossível sem a conivência de Lula e Dilma. Embora o conteúdo das delações do grupo ainda seja mantido sob sigilo, é certo que em pouco tempo, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, irá levantar o sigilo de todo este material fantástico. Até mesmo por uma questão de transparência e lógica.

O fim do sigilo sobre as delações do Grupo colocaria também um fim nos famigerados vazamentos seletivos. Embora ocorram e servem para revelar os detalhes sórdidos da relação de Lula e Dilma com a empreiteira, os vazamentos são usados pelos criminosos como desculpas e até motivos para se anular todo o trabalho realizado até aqui pela força-tarefa baseada em Curitiba e Brasília ao longo dos últimos três anos. Há inclusive ministros do próprio Supremo, como Gilmar Mendes, que defendem esta aberração de se anular delações vazadas. O sujeito no mínimo deve estar morrendo de medo do que vem pela frente, assim como Lula, Dilma e companhia. 
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