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Em maio, Lula terá que explicar a Sérgio Moro porque roubou tesouro dos Palácios do Planalto e Alvorada e escondeu em um cofre do Banco do Brasil



O ex-presidente Lula tem feito de tudo nos bastidores do poder para evitar passar pela maior vergonha a que um chefe de Estado pode ser submetido. O petista tem recorrido a "interlocutores neutros" para tentar dissuadir o Palácio do Planalto a não prosseguir com o pedido de restituição de uma série de objetos de ouro levados pelo petista em 2011. Tudo indica que Lula roubou mesmo centenas de objetos valiosíssimos do acervo da Presidência da República, avaliados, segundo especialistas de mercado, em mais de R$ 10 milhões.

Embora a resolução definitiva para o problema tenha se estendido além de todos os prazos estipulados pela Justiça, entre membros do governo é tido como certo um desfecho trágico para a imagem de Lula perante o mundo.  Logo cairá por terra a tese que tem alegado perante a comunidade internacional de que é um perseguido político, vítima da imprensa local e das instituições judiciárias. Mas em poucos dias, não poderá mais afirmar que é uma pessoa honesta.

A decisão final sobre o destino do tesouro apreendo pela PF deve ocorrer logo após o depoimento de Lula em maio, a juiz Sérgio Moro. O petista será interrogado não apenas sobre o caso do triplex, mas também sobre as circunstâncias em que retirou os objetos dos Palácios do Planalto e Alvorada e por que os escondeu em um cofre em nome de terceiros.

O juiz federal Sérgio Moro recomendou que os técnicos responsáveis pelo acervo da Presidência da República realizem uma perícia nos 132 objetos de arte, joias e itens de ouro apreendidos pela Polícia Federal. O Palácio do Planalto já enviou uma lista sigilosa sobre os itens que devem ser devolvidos ao acervo Público. Nos próximos dias, a Justiça deverá encerrar a questão, devolvendo os objetos que foram apreendidos em um cofre do Banco do Brasil, em São Paulo.

Quando deixou a presidência em 2010, Lula levou vários objetos pertencentes à União e usou documentação falsa para transportar os itens. Os procuradores do Ministério Publico Federal, MPF, descobriram que o documento foi falsificado "para dele constar que se tratava de armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativo de propriedade da construtora OAS". A mesma OAS pagou aproximadamente R$ 1,3 milhão pelo transporte e armazenagem dos objetos retirados por Lula, que contou com a conivência de servidores petistas que deveriam zelar pelo patrimônio público.

A lei determina que presentes dados por representantes de outros países em cerimônias oficiais ficam com a União. Estes podem permanecer no Palácio do Planalto, em Brasília, ou serem direcionados para o Arquivo Nacional e o Museu da República, no Rio de Janeiro.

Lula levou todos os presentes, incluindo joias, objetos de ouro cravejados de diamantes e outras obras de valor inestimável. O petista escondeu tudo em um cofre secreto do Banco do Brasil, numa agência de São Paulo, em nome de sua esposa, Marisa Letícia.

Os bens foram apreendidos durante as investigações da Lava Jato durante a Operação Aletheia, em março. Durante as buscas no apartamento de Lula em São Bernardo, os agentes descobriram documentos que levaram ao gigantesco cofre secreto, onde foram encontradas 23 caixas lacradas com itens pertencentes à União.

Na decisão em que determinou a análise de quais objetos devem ser reincorporados ao Acervo da Presidência, o juiz Sérgio Moro utiliza como referência a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que constatou, no mês passado, que 4,5 mil itens do patrimônio da União estão desaparecidos. O juiz informa que o órgão poderá contar com a ajuda do TCU e pede que a averiguação seja feita, se necessário, na própria agência onde os produtos estão lacrados por determinação de Moro.  Segundo entendimento do TCU, não apenas os presentes feitos per chefes de estado pertencem à União, mas qualquer objeto que não seja de uso pessoal, como roupas, documentos e fotos, o que não é o caso de Lula.

Ainda segundo o órgão de controle, mesmo no caso de troca de presentes entre Lula e qualquer outra pessoa, seja um empresário, político ou entidade, caracteriza que houve uma contrapartida. Se Lula presenteou qualquer pessoa com dinheiro do contribuinte, o presente que recebeu em troca também pertence ao contribuinte e deve ser incorporado ao acervo público.

Lula está prestes a ser oficialmente desmascarado perante o mundo e se tornar definitivamente um reles ladrão de joias perante a comunidade internacional.
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