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Dinheiro roubado por Marcelo Odebrecht com a ajuda de Lula e Dilma custou a vida e o futuro de milhões de brasileiros



Há muitos relatos sobre a arrogância e impertinência do ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, nos seus primeiros meses de prisão. O ex-todo poderoso príncipe dos empreiteiros olhava com desprezo para os procuradores, agentes federais e demais membros do ministério público e agia como um intocável que foi detido temporariamente, mas que acreditava que sua situação seria logo resolvida. Com uma fortuna estimada em R$ 13,1 bilhões em 2015,  Marcelo Odebrecht era considerado. de acordo com a revista  "Forbes Brasil" , o 9° homem mais rico mais rico do país.

Mas não era apenas todo o seu dinheiro que alimentava seu ar de superioridade. Suas relações com o poder lhe inspiravam a ilusão de logo estaria livre e rindo da cara dos trouxas da Justiça. Afinal, ele estava há mais de 13 anos interferindo em decisões do alto escalão dos governos petistas e tinha influência até mesmo sobre ministros do Supremo Tribunal Federal. Marcelo Odebrecht achava pouco provável que aqueles "meganhas" pés de chinelo da Lava Jato conseguiriam detê-lo por muito tempo.

Mimado e acostumado a dar até ordens em Lula e Dilma, Marcelo Odebrecht viu seu castelo de areia ruir com a descoberta do departamento de operações estruturadas da empreiteira. Uma espécia de sistema de gerenciamento das propinas que repassava a políticos e sabe deus a quem mais. Marcelo Odebrecht era o idealizador da estrutura específica e hierarquizada destinada a cuidar do fluxo de caixa da corrupção de agentes públicos.

Com funcionamento hierárquico, programas de contabilidade e comunicação próprios, o sistema estava repleto de codinomes, senhas e cifras, a descoberta da “estrutura profissionalizada” de pagamentos de valores irregulares a políticos identificados apenas por codinomes. uma funcionária do Grupo na Bahia deu todo o esquema. Naquele momento, Marcelo Odebrecht compreendeu o Ministério Público Federal passou a contar com elementos capazes de lhe imputar penas severas. Ainda contra a sua vontade, seu pai, Emílio Odebrecht, tratou logo de dar o pontapé inicial no sentido de firmar um acordo de delação em nome do grupo empresarial. O mundo começava a desabar na cabeça do menino mimado e mandão.

Mas o gelo do príncipe dos empreiteiros só derreteu por completo após o entendimento do STF, no qual se passou a admitir a manutenção da prisão e execução da pena após condenação em segunda instância. Marcelo compreendeu que, com a descoberta do departamento de operações estruturadas dificilmente conseguiria um habeas corpus para recorrer em liberdade aos processos que começavam a pesar contra ele. O entendimento sobre a manutenção da prisão em segunda instância acabou por sepultar todas as suas esperanças de que poderia escapar das garras, e das grades, da Lava Jato.

O arrogante e bilionário tratou logo de abandonar a empáfia e passou a encarar sua realidade de forma mais pragmática. Marcelo Odebrecht respirou fundo e foi direto ao assunto: entregou Lula, Dilma, meio PT e quase uma centena de políticos de diversos partidos. É pouco provável que em algum momento tenha ocorrido a Marcelo que os bilhões que roubou com a ajuda de Lula e Dilma custaram a vida e o futuro de milhões de brasileiros. Os R$ 7 bilhões que o grupo empresarial se comprometeu a devolver aos cofres públicos não vão minimizar as tragédias vividas por milhões de pessoas ao longo dos últimos anos do império da corrupção que comandou ao lado dos dois últimos ex-presidentes petistas da história do país. 
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