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Dilma pede a "imprestabilidade" do depoimento e das provas que Marcelo Odebrecht entregou sobre seus podres



A ex-presidente Dilma Rousseff, delatada até o talo pelo príncipe dos empreiteiros Marcelo Odebrecht, não cansa de surpreender a população. Nas alegações finais entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  a petista pediu a "imprestabilidade" das provas obtidas por meio dos depoimentos de ex-executivos da Odebrecht.

“O seu conteúdo extrapola o objeto das presentes ações; a sua produção está eivada de vício de nulidade absoluta, considerando que não foi assegurado à defesa o amplo, pleno e efetivo exercício dos seus direitos ao contraditório e à ampla defesa, negando-se também conteúdo à garantia do devido processo legal”, diz um trecho do documento, no qual a defesa de Dilma admite que o conteúdo das delações "extrapolou" as expectativas mais sombrias da petista.


A defesa de Dilma também reclamou da "celeridade" que o processo ganhou a partir deste ano, sendo que tramitava há dois anos no TSE.

- Salta aos olhos a forma como (o processo) passou a ser conduzido a partir do dia 23 de fevereiro de 2017, ou seja, há exato um mês, com inaceitável atropelo procedimental, no que se denominou nesta peça como Fase Odebrecht - afirma Flávio Caetano, fingindo ignorar que a homologação da delação dos executivos da Odebrecht era o fato mais importante em toda a investigação sobre o uso de propina nas campanhas da petista.
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